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	<title>Arquivo de Dor Neuropática - Leonardo Frizon</title>
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	<title>Arquivo de Dor Neuropática - Leonardo Frizon</title>
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		<title>Neuralgia Occipital &#8211; Causas, Sintomas e Tratamentos</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 14:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
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		<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é neuralgia occipital? A neuralgia occipital é uma condição neurológica que causa dor intensa, em forma de pontada ou choque, na região da nuca, muitas vezes irradiando para o topo da cabeça e atrás dos olhos. Essa dor ocorre devido à inflamação ou irritação dos nervos occipitais, que são responsáveis pela sensibilidade do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2488" aria-describedby="caption-attachment-2488" style="width: 874px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-2488" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2148036568.jpg" alt="" width="874" height="583" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2148036568.jpg 1000w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2148036568-300x200.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2148036568-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 874px) 100vw, 874px" /><figcaption id="caption-attachment-2488" class="wp-caption-text">Neuralgia Occipital &#8211; Causas, Sintomas e Tratamentos</figcaption></figure>
<h2>O que é neuralgia occipital?</h2>
<p>A <strong>neuralgia occipital</strong> é uma condição neurológica que causa dor intensa, em forma de pontada ou choque, na região da nuca, muitas vezes irradiando para o topo da cabeça e atrás dos olhos. Essa dor ocorre devido à inflamação ou irritação dos nervos occipitais, que são responsáveis pela sensibilidade do couro cabeludo. Muitas pessoas confundem com enxaqueca ou cefaléia tensional, mas trata-se de um problema diferente e que precisa de diagnóstico correto.</p>
<h2>Causas e fatores de risco</h2>
<p>A neuralgia occipital pode surgir por diferentes motivos, incluindo lesões na cabeça ou no pescoço, compressão dos nervos causada por má postura, hérnia de disco cervical ou tensão muscular crônica. Além disso, doenças como artrite e diabetes também aumentam o risco. Portanto, tentar identificar a causa é essencial para definir o melhor tratamento e prevenir a recorrência da dor, apesar de que em alguns não identificamos nenhuma causa.</p>
<h2>Sintomas comuns e diagnóstico</h2>
<p>Os principais sintomas são <strong>dor aguda na nuca</strong>, sensação de choque elétrico, queimação e <strong>sensibilidade ao toque</strong> na região occipital. Em alguns casos, pode haver formigamento, dor atrás dos olhos ou até fraqueza muscular. O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica detalhada e, se necessário, exames de imagem para descartar outras condições como hérnia cervical ou enxaqueca crônica.</p>
<h2>Opções de tratamento e manejo</h2>
<p>O tratamento da neuralgia occipital tem como objetivo aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida do paciente. As opções incluem o uso de medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, fisioterapia para correção postural, <strong>bloqueios anestésicos dos nervos occipitais</strong> e, em casos mais resistentes, procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos. Além disso, terapias complementares como acupuntura, quiropraxia e relaxamento muscular também podem auxiliar no controle da dor.</p>
<h2>Prevenção e cuidados diários</h2>
<p>Manter uma postura correta, evitar movimentos bruscos e alongar a região cervical diariamente são medidas que ajudam na prevenção de crises da neuralgia occipital. Além disso, controlar doenças associadas é fundamental. Procurar ajuda médica ao primeiro sinal de dor intensa na nuca pode evitar a cronificação e melhorar o prognóstico do tratamento.</p>
<p><strong>Conclusão:</strong> compreender a neuralgia occipital é fundamental para quem sofre com dores na nuca ou dor de cabeça recorrente na parte de trás da cabeça. Se você apresenta esses sintomas, busque avaliação com um <strong>especialista</strong>. Um diagnóstico rápido permite acesso às melhores opções de tratamento e melhora significativa na qualidade de vida.</p>
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		<title>Rizotomia para Neuralgia do Trigêmeo</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Apr 2025 15:06:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dor facial]]></category>
		<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[alívio da dor facial]]></category>
		<category><![CDATA[alternativas à cirurgia aberta]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueio do nervo trigêmeo]]></category>
		<category><![CDATA[choques no rosto]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia para neuralgia do trigêmeo]]></category>
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		<category><![CDATA[neurocirurgia funcional]]></category>
		<category><![CDATA[procedimento minimamente invasivo]]></category>
		<category><![CDATA[procedimentos para neuralgia]]></category>
		<category><![CDATA[rizotomia por balão]]></category>
		<category><![CDATA[rizotomia por radiofrequência]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento da neuralgia do trigêmeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Entenda a Rizotomia por Balão e Radiofrequência para a Neuralgia do Trigêmeo Se você está buscando tratamentos eficazes para a neuralgia do trigêmeo, provavelmente já se deparou com os termos &#8220;rizotomia por balão&#8221; e &#8220;rizotomia por radiofrequência&#8221;. Ambas são técnicas minimamente invasivas que visam aliviar a dor excruciante associada a essa condição neurológica, atuando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2419" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Rizotomia-para-Nervo-trigemio-e1745161483507-1024x683.jpg" alt="Rizotomia para Nervo Trigemio" width="664" height="443" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Rizotomia-para-Nervo-trigemio-e1745161483507-1024x683.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Rizotomia-para-Nervo-trigemio-e1745161483507-300x200.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Rizotomia-para-Nervo-trigemio-e1745161483507-768x512.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Rizotomia-para-Nervo-trigemio-e1745161483507.jpg 1536w" sizes="(max-width: 664px) 100vw, 664px" /></h1>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Entenda a Rizotomia por Balão e Radiofrequência para a Neuralgia do Trigêmeo</h2>
<p>Se você está buscando tratamentos eficazes para a <a href="https://leonardofrizon.com.br/neuralgia-do-trigemeo/" target="_blank" rel="noopener">neuralgia do trigêmeo</a>, provavelmente já se deparou com os termos <strong>&#8220;rizotomia por balão&#8221;</strong> e <strong>&#8220;rizotomia por radiofrequência&#8221;</strong>. Ambas são técnicas minimamente invasivas que visam aliviar a dor excruciante associada a essa condição neurológica, atuando diretamente sobre o nervo trigêmeo.</p>
<h2></h2>
<h2>Quando Considerar a Rizotomia para a Neuralgia do Trigêmeo?</h2>
<p>Consideramos realizar a rizotomia quando os <strong>tratamentos medicamentosos para a neuralgia do trigêmeo não oferecem alívio suficiente ou causam efeitos colaterais intoleráveis</strong>. É uma opção para pacientes que buscam uma solução mais assertiva para sua dor facial intensa e debilitante.</p>
<h2></h2>
<h2>Rizotomia por Balão: Uma Abordagem Mecânica para o Alívio da Dor</h2>
<p>Na rizotomia por balão, o neurocirurgião realiza uma pequena punção na face para inserir uma agulha fina e a introduz até o gânglio de Gasser, uma concentração de corpos celulares nervosos do nervo trigêmeo. Através dessa agulha, um cateter com um pequeno balão vazio na ponta é cuidadosamente posicionado no local. Utilizamos a fluroscopia, um tipo de raio-x em tempo real, para verificar o posicionamento da agulha.</p>
<p><strong>Em seguida</strong>, o balão é inflado de forma controlada, exercendo uma compressão sobre as fibras nervosas responsáveis pela transmissão dos sinais de dor. Essa interrupção mecânica impede que os impulsos dolorosos cheguem ao cérebro. <strong>Após alguns segundos</strong>, o balão é desinflado e delicadamente removido, deixando as fibras nervosas afetadas e incapazes de gerar a dor intensa característica da neuralgia do trigêmeo (veja a imagem abaixo, próximo ao centro da imagem é possível ver o balão insuflado).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><img decoding="async" class="wp-image-2417 aligncenter" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/04/RIzotomia-por-balao-neuralgia-do-trigemio.jpg" alt="Rizotomia por Balão Neuralgia do Trigêmio" width="439" height="348" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/04/RIzotomia-por-balao-neuralgia-do-trigemio.jpg 812w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/04/RIzotomia-por-balao-neuralgia-do-trigemio-300x238.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/04/RIzotomia-por-balao-neuralgia-do-trigemio-768x608.jpg 768w" sizes="(max-width: 439px) 100vw, 439px" /></h1>
<h2></h2>
<h2>Rizotomia por Radiofrequência: Utilizando o Calor para Modular a Dor</h2>
<p>A rizotomia por radiofrequência também envolve o acesso ao gânglio de Gasser através de uma agulha fina inserida na face. <strong>Contudo</strong>, neste método, um eletrodo especial é introduzido através da agulha. Esse eletrodo emite ondas de radiofrequência que geram calor precisamente controlado em uma pequena área do gânglio.</p>
<p><strong>Dessa maneira</strong>, o calor induz uma lesão controlada nas fibras nervosas que transmitem a dor, bloqueando eficazmente os impulsos dolorosos. Durante todo o procedimento, o neurocirurgião monitora cuidadosamente a área de tratamento para limitar as lesões apenas às fibras relacionadas à dor do paciente, preservando ao máximo outras funções importantes do nervo trigêmeo.</p>
<h2></h2>
<h2>Quais os Benefícios de Optar pela Rizotomia?</h2>
<p>Tanto a rizotomia por balão quanto a por radiofrequência apresentam vantagens significativas para pacientes que sofrem com a neuralgia do trigêmeo:</p>
<ul>
<li><strong>Alívio Significativo da Dor:</strong> O principal objetivo é proporcionar uma redução substancial ou eliminação da dor facial intensa e recorrente.</li>
<li><strong>Natureza Minimamente Invasiva:</strong> Ambas as técnicas são através de punções com agulhas, o que geralmente resulta em menor dor pós-operatória, menor risco de infecção e uma recuperação mais rápida em comparação com cirurgias abertas.</li>
<li><strong>Procedimento relativamente rápido:</strong> Os procedimentos costumam demorar cerca de uma hora.</li>
<li><strong>Potencial para Alívio Duradouro:</strong> Muitos pacientes experimentam um alívio da dor que dura aproximadamente 5 anos após a rizotomia. Se a dor retornar é possível repeti-la.</li>
<li><strong>Retorno Acelerado às Atividades:</strong> Devido à menor invasividade, os pacientes geralmente conseguem retomar suas atividades diárias em um período mais curto. Normalmente, o paciente recebe alta no dia seguinte ao procedimento.</li>
</ul>
<h2></h2>
<h2>O Que Esperar no Período Pós-Procedimento?</h2>
<p>Após a realização da rizotomia, é comum que os pacientes experimentem algum grau de desconforto facial, dormência ou sensação de formigamento na área tratada. <strong>Geralmente</strong>, esses efeitos colaterais são transitórios e tendem a diminuir gradualmente ao longo de algumas semanas. <strong>No entanto</strong>, é importante estar ciente de que, em alguns casos, pode ocorrer uma perda de sensibilidade facial que pode ser permanente.</p>
<p><strong>Ademais</strong>, é crucial seguir todas as orientações da equipe médica para otimizar a recuperação e minimizar o risco de quaisquer complicações. O acompanhamento médico regular é fundamental para avaliar a eficácia do tratamento a longo prazo e para gerenciar quaisquer efeitos colaterais que possam surgir.</p>
<h2></h2>
<h2>Recupere Sua Qualidade de Vida: Busque a Avaliação de um Especialista</h2>
<p>Se a dor lancinante da neuralgia do trigêmeo está impactando sua vida e os tratamentos medicamentosos não estão oferecendo o alívio desejado, a rizotomia por balão ou radiofrequência pode representar uma solução eficaz para você. Pode ser uma alternativa pouca invasiva se você está sofrendo com efeitos colaterais das medicações como a carbamazepina.</p>
<p><strong>Assim</strong>, o próximo passo essencial é procurar a consulta de um neurocirurgião com experiência no tratamento da neuralgia do trigêmeo. Este especialista poderá avaliar seu caso de forma individualizada, explicar detalhadamente os procedimentos, discutir os possíveis riscos e benefícios e determinar se a rizotomia é a opção mais adequada para aliviar sua dor e restaurar sua qualidade de vida.</p>
<p>Não permita que a neuralgia do trigêmeo continue a causar sofrimento. <strong>Marque uma consulta com um especialista hoje mesmo</strong> e explore as possibilidades de tratamento que podem trazer alívio para essa dor.</p>
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		<title>Dor em choque no rosto? Saiba o que é neuralgia do trigêmeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2025 13:19:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dor facial]]></category>
		<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[choque no rosto]]></category>
		<category><![CDATA[dor crônica]]></category>
		<category><![CDATA[dor facial]]></category>
		<category><![CDATA[especialista em dor]]></category>
		<category><![CDATA[neuralgia do trigêmeo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dor em choque no rosto? Pode ser neuralgia do trigêmeo Você sente uma dor forte, em forma de choque, em um lado do rosto? Ela aparece de repente e dura poucos segundos? Isso pode ser um sinal de neuralgia do trigêmeo, uma condição que afeta um nervo sensível do rosto. Neste artigo, você vai entender [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2411" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Neuralgia-do-trigemio-683x1024.jpg" alt="Dor em choque no rosto? Pode ser neuralgia do trigêmeo" width="352" height="528" /></h1>
<h1>Dor em choque no rosto? Pode ser neuralgia do trigêmeo</h1>
<p>Você sente <strong>uma dor forte, em forma de choque, em um lado do rosto</strong>? Ela aparece de repente e dura poucos segundos? Isso pode ser um sinal de <a href="https://leonardofrizon.com.br/o-que-e-neuralgia-do-trigemeo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="color: #ff0000;"><strong>neuralgia do trigêmeo</strong></span></a>, uma condição que afeta um nervo sensível do rosto.</p>
<p>Neste artigo, você vai entender o que é essa dor, como identificar os sintomas e quais são os tratamentos disponíveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que é neuralgia do trigêmeo?</h2>
<p>A <span style="color: #ff0000;"><strong>neuralgia do trigêmeo</strong></span> é uma dor causada pela irritação ou compressão do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nervo_trig%C3%AAmeo#:~:text=O%20nervo%20trig%C3%AAmeo%20ou%20nervo,V)%20par%20de%20nervos%20cranianos.&amp;text=Nervos%20cranianos.,-Gray's&amp;text=%C3%89%20assim%20chamado%20por%20possuir,o%20maxilar%20e%20o%20mandibular." target="_blank" rel="noopener">nervo trigêmeo</a>. Esse nervo é responsável pela sensibilidade do rosto e passa por três áreas principais: testa, bochecha e mandíbula.</p>
<p>Quando esse nervo é afetado, ele pode causar dores muito intensas, como um choque elétrico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como é a dor da neuralgia do trigêmeo?</h2>
<p>A dor da neuralgia do trigêmeo tem algumas características bem marcantes:</p>
<p>&#8211; É uma <strong>dor em choque</strong>, como se fosse uma descarga elétrica.<br />
&#8211; Pode durar poucos segundos, mas pode se repetir várias vezes ao dia.<br />
&#8211; Normalmente, aparece <strong>em um lado só do rosto</strong>.<br />
&#8211; Pode surgir ao falar, mastigar, escovar os dentes ou encostar no rosto.</p>
<p>Muitas pessoas dizem que é uma das piores dores que já sentiram.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Causas mais comuns</h2>
<p>A principal causa é a <strong>compressão do nervo trigêmeo</strong> por um vaso sanguíneo. Mas também pode estar relacionada a:</p>
<p>&#8211; Esclerose múltipla.<br />
&#8211; Tumores.<br />
&#8211; Lesões no sistema nervoso.</p>
<p>Em alguns casos, a causa não é identificada. Mesmo assim, o tratamento pode ser eficaz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sintomas que ajudam a diferenciar</strong></p>
<p>A neuralgia do trigêmeo é diferente de outras dores faciais. Veja algumas dicas para não confundir:</p>
<p>&#8211; <strong>Dor de dente</strong>: costuma ser contínua e localizada.<br />
&#8211; <strong>Sinusite</strong>: provoca dor facial mais difusa, com sensação de pressão.<br />
&#8211; <strong>Neuralgia</strong>: é súbita, intensa e desencadeada por estímulos leves.</p>
<p>Se você já fez tratamentos dentários e a dor continua, vale investigar com um neurologista ou neurocirurgião.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Diagnóstico da neuralgia do trigêmio</h2>
<p>O diagnóstico é feito a partir da <strong>descrição dos sintomas</strong> e de um exame clínico detalhado.</p>
<p>O especialista pode solicitar exames como <strong>ressonância magnética</strong>, para verificar se há compressão do nervo ou outras alterações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tratamentos disponíveis</h2>
<p>A neuralgia do trigêmeo tem tratamento. O objetivo é reduzir a dor e melhorar a qualidade de vida. As opções incluem:</p>
<h3>1. Medicamentos</h3>
<p>O tratamento começa com **remédios anticonvulsivantes**, como a carbamazepina. Eles ajudam a controlar a atividade do nervo.</p>
<h3>2. Procedimentos minimamente invasivos</h3>
<p>Quando os remédios não são suficientes, o médico pode indicar:</p>
<p>&#8211; Bloqueios do nervo.<br />
&#8211; Radiofrequência.<br />
&#8211; Rizotomia.</p>
<p>Esses procedimentos visam reduzir os sinais de dor que o nervo envia ao cérebro. <a href="https://leonardofrizon.com.br/rizotomia-neuralgia-trigemio/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para saber mais sobre rizotomia por balão ou radiofrequência. </a></p>
<h3>3. Cirurgia</h3>
<p>Em alguns casos, pode ser indicada a <strong>descompressão microvascular</strong>. Esse procedimento afasta o vaso que está pressionando o nervo, aliviando os sintomas de forma duradoura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Quando procurar um especialista?</h2>
<p>Você deve buscar ajuda médica se sentir:</p>
<p>&#8211; <strong>Choques no rosto ao mastigar ou falar.</strong><br />
&#8211; <strong>Dor intensa ao escovar os dentes.</strong><br />
&#8211; <strong>Crises de dor que pioram com o tempo.</strong><br />
&#8211; <strong>Falta de resposta a tratamentos com medicações.</strong></p>
<p>Um médico especialista em dor ou neurocirurgia funcional pode fazer o diagnóstico correto e indicar o melhor tratamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Neuralgia do trigêmeo tem solução</h2>
<p>A dor facial intensa impacta diretamente a qualidade de vida. No entanto, com o tratamento adequado, é possível <strong>viver sem dor</strong>.</p>
<p>Se você suspeita que pode ter <strong>neuralgia do trigêmeo</strong>, procure um profissional qualificado. O diagnóstico precoce faz toda a diferença.</p>
<p>&#8212;</p>
<h2>Agende uma avaliação</h2>
<p>Se você sofre com dor em choque no rosto e quer entender a causa, agende uma consulta com um especialista. Vamos ajudar você a ter uma vida com mais conforto e qualidade.</p>
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		<title>Dor neuropática após lesão de plexo braquial</title>
		<link>https://leonardofrizon.com.br/dor-neuropatica-apos-lesao-de-plexo-braquial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2022 12:06:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[dor após lesão de plexo braquial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Dor neuropática após lesão de plexo braquial A dor neuropática após lesão de plexo braquial prejudica bastante a qualidade de vida dos pacientes. O plexo braquial é um conjunto de nervos que conecta a medula aos nervos braços e mãos. Eles podem sofre acidentes, lesões, no trajeto entre a coluna e os braços. Essas [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/dor-neuropatica-apos-lesao-de-plexo-braquial/">Dor neuropática após lesão de plexo braquial</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1977" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/10/Dor-neuropática-após-lesão-de-plexo-braquial.jpg" alt="" width="260" height="195" /></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Dor neuropática após lesão de plexo braquial</h2>
<p>A dor neuropática após lesão de plexo braquial prejudica bastante a qualidade de vida dos pacientes. O plexo braquial é um conjunto de nervos que conecta a medula aos nervos braços e mãos. Eles podem sofre acidentes, lesões, no trajeto entre a coluna e os braços. Essas lesões ocorrem mais frequentemente após traumas automobilísticos, em especial com motocicletas. Mas também por outras lesões, como por arma de fogo ou por outros traumas. Um estudo epidemiológico recente mostrou que 1,88 a cada 100.000 habitantes sofrem de lesão do plexo braquial no Brasil (<a href="https://www.scielo.br/j/aob/a/D6zW8tysgSwJBycnVZpnMWG/?lang=en" target="_blank" rel="noopener">referência</a>)<em>. </em></p>
<p>Entre os pacientes com lesão de plexo, estima-se que 70-80% vão apresentar dor neuropática. A dor neuropática tem suas características próprias que já vimos <a href="https://leonardofrizon.com.br/tipos-de-dor/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>. No entanto, a dor neuropática que ocorre após lesão de plexo costuma ser mais difícil de tratar, prejudicando bastante a qualidade de vida do paciente.</p>
<h2></h2>
<h2>Qual o tratamento da dor neuropática após lesão de plexo braquial?</h2>
<p>Em alguns pacientes há indicação de cirurgia para tratar a lesão nervosa em si, com o objetivo de recuperar a força. Essa cirurgia costuma trazer bom resultado na recuperação da força em casos bem indicados. Entretanto, esse tipo de cirurgia não alivia a dor. Para o tratamento da dor inicia-se primeiramente com medicações e depois pensamos nas opções cirúrgicas, se não funcionar. Há medicações específicas para tratar dor neuropática, como já comentamos <a href="https://leonardofrizon.com.br/o-que-e-dor-neuropatica/" target="_blank" rel="noopener">aqui.</a></p>
<h2></h2>
<h2>Quando procurar tratamento da dor</h2>
<p>O tratamento deve começar o mais cedo possível. Com tratamento medicamentoso correto, principalmente logo no início da dor, são poucos os pacientes que necessitam cirurgia para o tratamento da dor após lesão de plexo. No entanto, alguns desses pacientes sofrem e nem chegam a procurar esse tipo de tratamento por falta de orientação ou informação. Os principais tratamentos para esse tipo de dor neuropática são a cirurgia de drezotomia e o implante de eletrodos de estimulação, os neuroestimuladores. Em relação ao implante de neuroestimuladores já falamos <a href="https://leonardofrizon.com.br/neuroestimulador-medular/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> sobre eles. A cirurgia de implante de estimulador medular é um ótimo tratamento, mas infelizmente não funciona para todos os pacientes com dor neuropática após lesão de plexo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Drezotomia</h2>
<p>A outra cirurgia é a drezotomia. A cirurgia de drezotomia é uma cirurgia muito antiga. Costuma funcionar muito bem para dor neuropática após lesão com avulsão de plexo. A cirurgia acontece na zona de entrada da raiz dorsal (em inglês, <em><strong>D</strong>orsal <strong>R</strong>oot <strong>E</strong>ntry <strong>Z</strong>one</em>), onde os nervo conectam-se com a medula. Daí vem o nome, que transformamos para o português <strong>DREZ</strong>otomia. Durante a cirurgia é feita uma lesão nesse local de entrada. Essa lesão normalmente é feita por radiofrequência, através de uma cânula ou agulha, que esquenta com uma temperatura controlada fazendo assim uma lesão térmica. A cirurgia tem um resultado excelente, por causar uma lesão nos circuitos motes que estão doentes na região.</p>
<p>Apesar das duas cirurgias funcionarem bem para diferentes tipos de pacientes, elas obviamente têm seus riscos. A drezotomia algumas vezes é a melhor opção. Entretanto a cirurgia é um pouco maior, e pode trazer alguns efeitos colaterais indesejados. A lesão na medula pode não estar na posição correta, ou ocorrer um inchaço que pode afetar a força do braço e inclusive da perna. Qual o melhor paciente para cada tipo de cirurgia é uma nuance técnica que não vem ao caso nesse artigo. O importante é procurar um especialista, neste caso um neurocirurgião, para avaliar qual o melhor tratamento. Se ficou com alguma ´duvida, pode colocar nos comentários. Conhece algum paciente com lesão de plexo que tem dor crônica, encaminhe esse texto. Os textos são baseados nos comentários que vocês enviam no questionário abaixo.</p>
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		<title>Neuromatrix da dor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Sep 2022 13:18:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[Entendendo a dor crônica]]></category>
		<category><![CDATA[neuromatrix da dor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Neuromatrix da dor Entender alguns conceitos de dor é importante para alguns pacientes. Não há necessidade do paciente entender com profundidade o que é a neuromatrix da dor. No entanto, ter uma idéia é interessante para melhorar a maneira como o paciente enxerga e conscientiza-se da dor. Esse conhecimento teria algum efeito prático ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1962" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/pain-neuromatrix-1024x1024.jpg" alt="pain neuromatrix" width="624" height="624" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/pain-neuromatrix-1024x1024.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/pain-neuromatrix-300x300.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/pain-neuromatrix-150x150.jpg 150w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/pain-neuromatrix-768x768.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/pain-neuromatrix.jpg 1500w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Neuromatrix da dor</h2>
<p>Entender alguns conceitos de dor é importante para alguns pacientes. Não há necessidade do paciente entender com profundidade o que é a neuromatrix da dor. No entanto, ter uma idéia é interessante para melhorar a maneira como o paciente enxerga e conscientiza-se da dor. Esse conhecimento teria algum efeito prático ou terapêutico? É até possível que sim <a href="https://leonardofrizon.com.br/educacao-em-dor-para-o-paciente/" target="_blank" rel="noopener">(leia mais)</a>. Se você já parou para ler sobre teorias da natureza, por que não parar para ler sobre essa fascinante teoria do mundo da dor? A neuromatriz da dor é uma teoria desenvolvida por Robert Melzack. Veja abaixo um trecho inicial de um trabalho dele publicado há mais de 20 anos. É um artigo com mais de mil citações na literatura médica.</p>
<p><em>“The neuromatrix theory of pain proposes that pain is a multidimensional experience produced by characteristic &#8220;neurosignature&#8221; patterns of nerve impulses generated by a widely distributed neural network-the &#8220;body-self neuromatrix&#8221;-in the brain.”</em></p>
<p><em> tradução: </em></p>
<p><em>“ A teoria da neuromatriz da dor propõe que a dor é uma experiência multidimensional produzida por padrões característicos de uma “assinatura neural” de impulsos nervosos gerados por uma rede neural amplamente distribuída – a “neuromatriz do nosso próprio corpo” – no cérebro.”</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Entendendo a neuromatrix da dor</h2>
<p>O que essa teoria propões é que não há uma única área de processamento de dor no cérebro. Quando sentimos dor, ela foi processada no nosso cérebro. Casa indivíduo tem uma matriz diferente para processar a dor. As áreas cerebrais a seguir são as que mais estão relacionadas com o processamento da dor: córtex pré-frontal dorsolateral, ínsula, cortéx cingulado anterior, córtex sensorial primário e suplementar e o tálamo. Isso é demonstrado em estudos científicos com exames de imagem como ressonância funcional por exemplo.</p>
<p>Cada uma dessas áreas interfere, ou seja, modula a dor. Por exemplo, o córtex cingulado anterior tem algumas funções cognitivas como empatia, controle de impulsos e emoções e aprendizado. Portanto, o córtex cingulado anterior vai dar uma resposta emocional, afetiva à dor. Por outro lado, o córtex sensorial vai localizar a dor, deixar você consciente do local da dor e das suas características como queimação, choque. Sendo assim, como cada pessoa tem o seu cérebro, cada pessoa tem a sua própria neuromatrix da dor. Por exemplo, quando você vê um filme, você emociona-se pois consciente ou inconscientemente aquilo que está acontecendo te toca profundamente. No entanto, outra pessoa pode ver o mesmo filme e não se sentir tão emocionado assim. A dor é uma experiência individual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Aplicando a teoria da neuromatrix da dor na prática</h2>
<p>A dor que você sente é a expressão final de um processamento realizado pelo seu cérebro. Portanto, não há apenas um botão de liga ou desliga. Há diversas ramificações que precisamos cuidar. Não adianta pensar apenas do ponto de vista do córtex sensorial e não tratar o córtex do cíngulo. Todos os domínios têm que ser abordados. Do contrário, quando focamos apenas no aspecto psicológico ou apenas no aspecto anatômico, aumentam as chances da dor se tornar crônica e de mais difícil tratamento. O nosso cérebro está em constante evolução, construindo sinapses, conexões. Não queremos deixar que ele consolide um “caminho” de passagem dessa dor que depois seja difícil de destruir.</p>
<p>Diversas áreas aplicam a teoria da neuromatrix da dor nos tratamentos. Os métodos mais modernos e sérios de tratamento, seja na medicina, fisioterapia ou psicologia se desenvolvem com base nessa teoria. Inicialmente parece um pouco complexo, no entanto, esse texto é para dar uma idéia inicial e instigar você a ler mais sobre isso se tiver interesse.  Deixe seus comentário e dúvidas. Eu faço novos textos baseado nas dúvidas que vocês deixam aqui.</p>
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		<title>Tipos de dor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Sep 2022 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[Entendendo a dor crônica]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1954" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/tipos-de-dor-1024x682.jpg" alt="tipos de dor" width="800" height="533" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/tipos-de-dor-1024x682.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/tipos-de-dor-300x200.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/tipos-de-dor-768x512.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/tipos-de-dor.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></h2>
<h2>Quais são os tipos de dor</h2>
<p>Não existe apenas um tipo de dor. Você mesmo pode constatar isso. A dor quando você pisa em um prego é diferente daquela dor de cabeça, que fica &#8220;latejando&#8221;, ou a sensação de dor que você experimenta quando queima na praia por ficar no sol por muito tempo. É possível classificar a dor de diversas maneiras. Quando classificamos a dor estamos tentando estabelecer a melhor maneira de tratar. Não existe apenas um tipo de medicação para tratar dor, como você deve imaginar. Existe um tipo de medicação mais adequado para cada tipo de dor.</p>
<h2>Tipos de dor quanto à duração</h2>
<p>A dor pode ser dividida em aguda ou crônica, Essa classificação leva em conta a duração da dor. A dor aguda é a que mencionei acima, no exemplo de pisar em um prego. Mas também pode ser a dor quando ocorre uma entorse no tornozelo, ao correr. Ela não costuma durar muito tempo e indica que há algo errado. Quando você sente que está queimando a mão próximo ao fogo por exemplo, a primeira reação é retirar a mão. Esse é um reflexo, que acontece até mesmo antes de você pensar. É muito fácil de identificar a causa na maioria das vezes.</p>
<p>Por outro lado, a dor crônica é a dor que permanece por mais de 3 meses. Eu já escrevi um pouco mais sobre a “problematização “da dor crônica, <a href="https://leonardofrizon.com.br/o-que-e-dor-cronica/" target="_blank" rel="noopener">clique aqui para ler</a>. Se você tem dor há mais de 3 meses tem uma dor crônica. Mas não precisa se apavorar, pois existes outras classificações e a dor crônica tem diversas causas. Algumas são mais fáceis de tratar e outras, não.</p>
<h2>Tipos de dor quanto à origem</h2>
<p>A dor também pode ser classificada quanto ao que a está originando. Podemos dividir inicialmente em dois tipos de dor quanto à origem: neuropática e nociceptiva.</p>
<p>A dor neuropática, como o nome sugere, origina-se de uma lesão de um nervo, qualquer nervo do corpo. Alguns exemplos são a neuralgia pós-herpética (dor persistente após herpes zoster), dor em membro fantasma, síndrome de dor regional complexa, <a href="https://leonardofrizon.com.br/o-que-e-neuralgia-do-trigemeo/" target="_blank" rel="noopener">neuralgia do trigêmeo</a>, irritação ou compressão de um nervo por uma hérnia na coluna). Esses são apenas alguns exemplos. A sensação de dor neuropática geralmente é em choque, queimação e também sensação de formigamento ou perda da sensibilidade.</p>
<p>Já a dor nociceptiva, origina-se de uma lesão de outros tecidos do nosso corpo (articulações, órgãos, músculos, tendões, etc). A dor nociceptiva é decorrente de uma estimulação dos nociceptores, que nada mais são do que nossos receptores de dor. A dor nociceptiva também pode ser dividida em 2 tipos: somática e visceral. Somática é quando é do músculo, articulação ou, por exemplo, por rompimento de um tendão. A dor somática é bem localizada, aguda, cortante, em fisgada. Já a dor visceral é quando há a lesão de alguma víscera (uma colecistite, por exemplo). A dor visceral é mais difusa, menos localizada, frequentemente em cólica.</p>
<h2>Sensibilização Central</h2>
<p>Tanto a dor neuropática quanto a dor nociceptiva podem causar uma sensibilização central. Quando você tem uma dor nociceptiva por muito tempo ocorre uma sensibilização daquela região. Para explicar sucintamente, é como se o seu cérebro entendesse que há algo errado com a região de dor mesmo depois de o problema já estar solucionado. É como uma “cicatriz” no sistema nervoso que é muito difícil de tratar. Aí entra o conceito de um outro tipo de dor, a dor nociplástica.</p>
<h2>Mas por que eu devo saber os tipos de dor?</h2>
<p>A notícia boa: você não precisa saber os tipos e classificações de dor. Apesar de eu saber que alguns de meus pacientes já poderiam ter um <a href="https://leonardofrizon.com.br/educacao-em-dor-para-o-paciente/" target="_blank" rel="noopener">PhD de conhecimento em dor</a>, não é necessário saber tudo. O que é necessário entender é que nem toda a dor vai aliviar com morfina, por exemplo. Uma dor neuropática ou nociplástica pode responder muito mais á um antidepressivo ou anticonvulsivante. Aí que está o motivo de entender os tipos de dor. Se você leu até aqui, obrigado, deixe um comentário ou sugestão de novo texto abaixo. Sobre o que você quer saber mais?</p>
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		<title>Neuroestimulador Medular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 19:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[Neuroestimulador Medular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é um neuroestimulador medular? O neuroestimulador medular ou estimulador medular é um aparelho médico usado para o tratamento de dor crônica. Esse aparelho é composto por 2 partes: um eletrodo e uma bateria. O eletrodo é colocado na coluna enquanto a bateria nas costas ou região abdominal. Ambos ficam sob da pele. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1881" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Neuroestimulador-medular.jpg" alt="Neuroestimulador medular" width="1000" height="467" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Neuroestimulador-medular.jpg 1000w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Neuroestimulador-medular-300x140.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Neuroestimulador-medular-768x359.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></h2>
<h2></h2>
<h2>O que é um neuroestimulador medular?</h2>
<p>O neuroestimulador medular ou estimulador medular é um aparelho médico usado para o tratamento de <a href="https://leonardofrizon.com.br/o-que-e-dor-cronica/" target="_blank" rel="noopener">dor crônica</a>. Esse aparelho é composto por 2 partes: um eletrodo e uma bateria. O eletrodo é colocado na coluna enquanto a bateria nas costas ou região abdominal. Ambos ficam sob da pele. A bateria ou gerador envia impulsos elétricos ao eletrodo. Esses impulsos elétricos aliviam a dor crônica.</p>
<h2>Como estimulador medular melhora a dor?</h2>
<p>Existem diferente tipos de estimulação. Assim como também há inúmeras teorias de como esses estímulos agem. No entanto, de uma maneira simplificada, há uma inibição da dor pelo estímulo elétrico. O impulso elétrico “compete” com os sinais de dor que chegam na medula.</p>
<p>De uma certa maneira o estímulo &#8220;engana&#8221; o cérebro, como se a não deixasse a dor chegar. O estimulador, portanto, inibe a dor e melhora a qualidade de vida do paciente.</p>
<h2>Quais doenças são tratadas com o neuroestimulador medular?</h2>
<p>O principal uso do estimulador medular é para o tratamento de dor crônica. Atualmente esse tipo de cirurgia é muito comum e diversos centros realizam. A maioria dos pacientes que recebe esse tipo de implante são pacientes que têm <a href="https://leonardofrizon.com.br/dores-apos-cirurgia-de-coluna-lombar/" target="_blank" rel="noopener">dor após cirurgia de coluna</a> ou pacientes com <a href="https://leonardofrizon.com.br/sindrome-dolorosa-regional-complexa/" target="_blank" rel="noopener">síndrome dolorosa regional complexa</a>.</p>
<p>Além dessas, existem outras indicações (<a href="https://academic.oup.com/painmedicine/article-abstract/21/10/2298/5876966?redirectedFrom=fulltext" target="_blank" rel="noopener">dor visceral</a>, neuropatia diabética, dor neuropática). É muito importante uma seleção adequada dos pacientes que vão se submeter a essa cirurgia. Afinal esses eletrodos são de alto custo e é necessária uma cirurgia para implantá-los, que também tem riscos.</p>
<h2>Os planos de saúde pagam o implante de neuroestimuladores medulares?</h2>
<p>A maioria dos planos de saúde autoriza esse tipo de cirurgia. Mas é necessária uma indicação bem precisa e correta e uma descrição completa do motivo pelo qual está sendo indicado esse tratamento.</p>
<h2>Como é a cirurgia para implante de um neuroestimulador medular?</h2>
<p>A cirurgia é relativamente simples. Existem 2 tipos de eletrodos: percutâneo e em placa, os dois tipos conectam-se ao mesmo tipo de gerador ou bateria. O implante do eletrodo percutâneo é menos invasivo. Implanta-se através de uma punção na coluna. Já o eletrodo em placa necessita uma cirurgia um pouco maior pois se coloca o eletrodo diretamente na coluna, com uma cirurgia aberta. Geralmente esses eletrodos em placa são maiores, e pode-se ampliar a área de estimulação. Existem indicações adequadas para os dois tipos de eletrodos. Por isso, é importante esclarecer bem isso com o cirurgião antes do implante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1882" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/06/spinal-cord-stimulator-implant.jpg" alt="Neuroestimulador medular" width="250" height="282" /></p>
<h2></h2>
<h2>Importante saber antes de se implantar um estimulador</h2>
<p>É preciso ressaltar que os neuroestimuladores medulares normalmente trazem um resultado excelente. Entretanto, o tratamento de dor nunca envolve apenas cirurgia.  O tratamento é sempre multidisciplinar e envolve o fisioterapeuta, psicólogo e psiquiatra. Além disso, após a cirurgia é necessário um acompanhamento para regular o eletrodo. Sendo assim, pode levar algum tempo para encontrar a melhor programação para cada caso.</p>
<p>Deixe suas dúvidas abaixo ou envie diretamente para contato@leonardofrizon.com.br.</p>
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		<title>O que é neuralgia do trigêmeo ?</title>
		<link>https://leonardofrizon.com.br/o-que-e-neuralgia-do-trigemeo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2021 14:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dor facial]]></category>
		<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O que é neuralgia do trigêmeo? Neuralgia do trigêmeo é uma doença relativamente comum. No Brasil, cerca de 4-5 em cada 100.000 pessoas têm essa doença. O “trigêmeo” é um nervo que tem como principal função levar a sensibilidade do rosto até o cérebro. A neuralgia do trigêmeo acomete esse nervo causando uma dor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1826" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/03/woman-holds-fingers-her-cheek-showing-toothache-1024x683.jpg" alt="O que é Neuralgia do trigêmio" width="800" height="534" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/03/woman-holds-fingers-her-cheek-showing-toothache-1024x683.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/03/woman-holds-fingers-her-cheek-showing-toothache-300x200.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/03/woman-holds-fingers-her-cheek-showing-toothache-768x512.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/03/woman-holds-fingers-her-cheek-showing-toothache.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>O que é neuralgia do trigêmeo?</h2>
<p>Neuralgia do trigêmeo é uma doença relativamente comum. No Brasil, cerca de 4-5 em cada 100.000 pessoas têm essa doença. O “trigêmeo” é um nervo que tem como principal função levar a sensibilidade do rosto até o cérebro. A neuralgia do trigêmeo acomete esse nervo causando uma dor muito forte, excruciante. Tanto é que algumas pessoas se referem a essa dor como a “<strong>pior dor do mundo</strong>”. Normalmente, ela ocorre em apenas um lado da face. Ela corre em pacientes de qualquer idade. No entanto, é mais comum em idosos, pacientes de meia-idade e mulheres.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Como é a dor da neuralgia do trigêmeo?</h2>
<p>É uma dor intensa no rosto. Geralmente é um choque que dura poucos segundos, como um relâmpago, mas pode durar minutos. Sendo que ocorrem vários episódios ao dia. Contudo, também pode ocorrer dor em queimação. Geralmente algum &#8220;gatilho&#8221; como escovar os dentes, beber água ou até mesmo por um vento gelado na região da face desencadeia a dor. Dura alguns segundos e desaparece. Sendo que as crises podem durar semanas ou até meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Qual a causa da neuralgia do trigêmeo?</h2>
<p>Na neuralgia do trigêmeo é muito comum haver uma artéria comprimindo no nervo. A hipótese mais aceita para explicar a causa da neuralgia do trigêmio é por essa compressão. O contato da artéria com o nervo pode causar uma pequena lesão na camada que reveste o nervo (bainha de mielina), desencadeando assim a dor. Entretanto, algumas doenças que afetam o nervo trigêmeo podem provocar dor parecida. É preciso realizar uma ressonância do cérebro para descartar outras doenças (tumor, malformação, esclerose múltipla). Além disso, o exame também é importante para avaliar essa compressão causada por vasos sanguíneos anormais da região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tratamento da neuralgia do trigêmio</h2>
<p>O tratamento medicamentoso é a primeira opção. Resolve cerca de 70% dos casos. No entanto, medicamentos para dor como paracetamol, dipirona, tramadol e até mesmo a morfina <strong>não</strong> têm efeito nesse tipo de dor. Portanto, outro tipo de medicações, para dor do tipo <em>neuropática, são mais efetivas</em>. As medicações mais utilizadas são a carbamazepina, a oxcarbamazepina e a gabapentina.</p>
<p>Se a dor persiste ou o paciente não tolera bem a medicação, há também a opção de realizar alguns procedimentos, cirurgias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Procedimentos cirúrgicos para tratar neuralgia do trigêmio</h2>
<p>Há 2 tipos de tratamentos que requerem uma intervenção. Há os tratamentos menos invasivos (percutâneos) e cirurgia. A desvantagem dos tratamentos menos invasivos é que há uma maior chance de retorno da dor mais precocemente após o procedimento. Os tratamentos menos invasivos mais utilizados são a microcompressão por balão e a lesão por radiofrequência.</p>
<p>Na microcompressão por balão, é colocado um <a href="https://www.youtube.com/watch?v=s2tP26I96LE" target="_blank" rel="noopener">balãozinho exatamento no local onde o nervo trigêmeo sai do crânio</a>. Então insufla-se esse balão por alguns segundos. E o fato dele comprimir o nervo resolve a dor. Já na radiofrequência, ao invés de se colocar um balão, coloca-se um eletrodo de radiofrequência. Esse eletrodo &#8220;esquenta&#8221; com uma temperatura controlada. A temperatura elevada também causa uma lesão do nervo, melhorando a dor. <a href="https://leonardofrizon.com.br/rizotomia-neuralgia-trigemio/" target="_blank" rel="noopener">Leia esse outro post para saber mais sobre a rizotomia. </a></p>
<p>Já  procedimento de descompressão é mais invasivo pois requer uma cirurgia no cérebro, na região posterior  (atrás) da cabeça. Durante essa cirurgia separa-se os vasos que estão em contato com o nervo. Apesar de ser mais invasiva, a cirurgia é o procedimento que tem a maior chance de curar ou manter o paciente sem dor por um tempo prolongado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Qual o melhor tratamento para cada paciente?</h2>
<p>Para finalizar, existem diferentes tratamentos para essa dor. Os resultados são bons quando os tratamentos estão bem indicados. O melhor tratamento depende da idade do paciente e principalmente <a href="https://leonardofrizon.com.br/expectativas-de-melhora-a-dor-cronica/" target="_blank" rel="noopener">do que o paciente espera</a>. Por isso, é importante tirar todas as dúvidas. A resposta ao procedimento com balão, por exemplo, é excelente. O paciente sai sem dor após o procedimento. Pode haver um pouco de perda de sensibilidade na face, mas geralmente é passageira. No entanto, é preciso ter cuidado. Só para exemplificar, <em>esse tipo de procedimento em pacientes com dor facial atípica, que não seja neuralgia do trigêmeo, piora a dor.</em> Além disso, uma compressão muito prolongada também pode ocasionar uma lesão no nervo. Nesses casos surge a temida <strong>dor por deaferentação</strong>.  Mas esse já é um tópico para outro artigo.</p>
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		<title>Síndrome Dolorosa Regional Complexa</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 18:49:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[Entendendo a dor crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Neuroestimulador Medular]]></category>
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		<category><![CDATA[Atrofia de Sudeck]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é Síndrome Dolorosa Regional Complexa? Desde 1994, a distrofia simpático reflexa e outros termos como causalgia, algodistrofia ou atrofia de Sudeck recebem o nome de Síndrome Dolorosa Regional Complexa (SDRC). Nessa síndrome ocorre uma reação desproporcional de dor e inflamação no nosso organismo após um trauma, lesão ou cirurgia. Há dois tipos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1715" title="Síndrome dolorosa complexa regional" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2020/12/pain-hand-760x675-1.jpg" alt="Síndrome dolorosa complexa regional" width="515" height="458" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2020/12/pain-hand-760x675-1.jpg 760w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2020/12/pain-hand-760x675-1-300x266.jpg 300w" sizes="(max-width: 515px) 100vw, 515px" /></p>
<h2><span style="font-size: 14pt;">O que é Síndrome Dolorosa Regional Complexa?</span></h2>
<p><a href="https://emedicine.medscape.com/article/1145318-overview" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Desde 1994</a>, a distrofia simpático reflexa e outros termos como causalgia, algodistrofia ou atrofia de Sudeck recebem o nome de <strong>Síndrome Dolorosa Regional Complexa (SDRC)</strong>. Nessa síndrome ocorre uma reação desproporcional de dor e inflamação no nosso organismo após um trauma, lesão ou cirurgia.</p>
<p>Há dois tipos de SDRC: tipo I (antiga distrofia simpático reflexa) e tipo II (anteriormente chamada causalgia). O que diferencia uma da outra é a presença ou não de uma lesão de nervos. A lesão nervosa está presente na SDRC tipo II e não está presente na SDRC tipo I. A SDRC tipo I é a mais comum (90% das vezes). Nesse caso, não há uma lesão diretamente nos nervos do membro afetado e sim os tecidos moles ou ossos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-size: 14pt;">O que causa Síndrome Dolorosa Regional Complexa?</span></h2>
<p>Há muitos estudos recentes sobre a SDRC, mas o porquê  dela se desenvolver ainda não é completamente compreendido. O sistema nervoso simpático também parece estar envolvido na origem dessa resposta aumentada e por isso esse nome de “simpático reflexa”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-size: 14pt;">Quais os sintomas da Síndrome Dolorosa Regional Complexa?</span></h2>
<p>Os componentes dessa reação inflamatória exacerbada do organismo são: edema (inchaço), calor e vermelhidão local. Os sintomas se localizam geralmente na extremidade do membro afetado (por exemplo após fratura nos membros inferiores, pé, mão), mas também podem ocorrer no ombro, punho, joelhos.</p>
<p>A dor é desproporcional ao evento ou trauma inicial. O paciente apresenta dor em queimação ou também como se estivesse esmagando o membro. Além disso, nas fases iniciais ocorre limitação da movimentação devido à dor e ao inchaço. Além disso, mudanças de temperatura desencadeiam a dor.</p>
<p>Associadas à dor ocorrem alterações na temperatura e cor da pele e diminuição ou aumento do suor na região. O inchaço ou edema pode variar, mas geralmente é intenso nas fases iniciais. E, com o progredir da doença, ocorrem alterações na pele como perda de pelos e a pele e unhas vão ficando com um aspecto mais escuro e atrófico.</p>
<p>É importante frisar que a SDRC é progressiva. Por isso, quanto mais cedo se detectarem os sintomas maior é a possibilidade de cura. Cura? Exatamente, se detectada e tratada precocemente, com mobilização do membro e analgesia adequada é possível reverter todos os sintomas. Mas, infelizmente, o que vemos na prática é que é muito difícil se chegar em um diagnóstico precoce com menos de 3 meses de doença. E quanto maior o tempo de doença, mais difícil é o controle da dor.</p>
<p>Em breve mais textos sobre distrofia simpático reflexa ou SDRC. Fases da doença, <a href="https://leonardofrizon.com.br/os-multiplos-fatores-que-influenciam-na-dor-cronica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">múltiplos fatores que influenciam a dor crônica</a>, fisioterapia, medicações, como se faz o diagnóstico, infiltrações, cirurgia (estimulação medular, bomba de morfina) e o que existe de mais novo na ciência sobre essa doença.</p>
<p>Compartilhe! Inscreva-se e mande sugestões para contato@leonardofrizon.com.br.</p>
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