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	<title>Arquivo de Coluna - Leonardo Frizon</title>
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	<title>Arquivo de Coluna - Leonardo Frizon</title>
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		<title>O que é Dor Lombar Discogênica? Sintomas e Tratamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 14:19:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[diagnostico-dor-lombar-discogenica]]></category>
		<category><![CDATA[dor-lombar-discogenica-tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[infiltracao-peridiscal-dor-discogenica]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas-dor-lombar-discogenica]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento-dor-lombar-curitiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor lombar discogênica vem do desgaste do disco intervertebral e piora ao sentar. Saiba causas, sinais, exames e quando procurar especialista.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/dor-lombar-discogenica-causas-sintomas-tratamentos-diagnostico/">O que é Dor Lombar Discogênica? Sintomas e Tratamentos</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-2717" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dor-lombar-discogenica-764x1024.jpg" alt="Dor lombar discogênica" width="764" height="1024" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dor-lombar-discogenica-764x1024.jpg 764w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dor-lombar-discogenica-224x300.jpg 224w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dor-lombar-discogenica-768x1029.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dor-lombar-discogenica-1147x1536.jpg 1147w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Dor-lombar-discogenica.jpg 1493w" sizes="(max-width: 764px) 100vw, 764px" />Dor lombar discogênica: causas, diagnóstico e tratamentos</h1>
<p class="answer-box"><strong>A dor lombar discogênica é a dor originada no próprio disco intervertebral — por degeneração, fissuras ou inflamação — que se manifesta como dor axial profunda na lombar. O tratamento inicial é conservador e multimodal; em casos selecionados consideram‑se infiltrações diagnósticas/terapêuticas ou procedimentos minimamente invasivos.</strong></p>
<div class="post-tldr">
<h3>Resumo rápido</h3>
<ul>
<li>Dor lombar discogênica vem do disco intervertebral: degeneração, fissuras e neoinervação.</li>
<li>Sintoma clássico: dor axial que piora ao sentar ou flexionar e melhora ao caminhar.</li>
<li>Tratamento inicial: educação, fisioterapia dirigida e condicionamento; AINEs por curto prazo.</li>
<li>Procure especialista se a dor não melhorar com tratamento bem conduzido ou se surgirem sinais neurológicos.</li>
</ul>
</div>
<h2>O que é dor lombar discogênica e por que ela ocorre</h2>
<p>A dor lombar discogênica é a dor que tem origem direta no disco intervertebral: o «amortecedor» entre as vértebras que pode sofrer desgaste, fissuras ou inflamação e passar a gerar dor local.</p>
<dl>
<dt>Definição</dt>
<dd>Disfunção e/ou lesão do disco intervertebral que provoca dor lombar por alterações estruturais (degeneração do núcleo e do ânulo) e por fenômenos inflamatórios e de neoinnervação.</dd>
<dt>Principais mecanismos</dt>
<dd>
<ul>
<li>Degeneração do núcleo pulposo: perda de água e altura do disco, reduzindo sua função de carga.</li>
<li>Fissuras anulares (radiais ou concêntricas): pequenas rupturas no anel fibroso que permitem estímulo doloroso.</li>
<li>Neoinervação e hipersensibilidade: fibras nervosas crescem em fissuras e tornam o disco sensível a movimentos e pressão.</li>
<li>Inflamação intradiscal: mediadores inflamatórios podem sensibilizar terminações nervosas e perpetuar a dor.</li>
</ul>
</dd>
</dl>
<h3>Como difere de outras causas de lombalgia</h3>
<p>A dor discogênica costuma ser axial e profunda, localizada na região lombar. Em contraste, a lombalgia muscular tende a piorar com esforço imediato e melhora com repouso relativo; a dor facetária costuma surgir ao estender ou rotacionar a coluna; já a dor radicular (ciática) costuma irradiar pela perna e vir acompanhada de alterações sensitivas ou fraqueza. Para comparação com outras neuralgias faciais e condições neuropáticas, veja também o post sobre <a href="https://leonardofrizon.com.br/neuralgia-do-trigemeo/">Neuralgia do trigêmeo</a>.</p>
<h3>Correlação clínica e imagem</h3>
<p>Nem toda alteração vista em exame de imagem provoca dor: a degeneração discal é encontrada com frequência em exames de pessoas sem queixas. Por isso, a imagem precisa ser interpretada junto com a história e o exame físico — a simples presença de degeneração na ressonância não significa, por si só, que aquele disco é a fonte da dor (<a href="https://bestpractice.bmj.com/topics/pt-br/190" target="_blank" rel="noopener">ver recomendação clínica</a>).</p>
<h2>Sintomas típicos que sugerem dor lombar discogênica (o que você sente)</h2>
<h3>Sinais e padrões que aumentam a probabilidade de origem discal</h3>
<p>A seguir estão os indícios clínicos que costumam sugerir que a dor vem do disco.</p>
<ul>
<li>Dor axial localizada na região lombar, descrita como profunda, em peso ou pressão.</li>
<li>Piora ao flexionar o tronco para frente (ex.: ao levantar algo do chão).</li>
<li>Piora ao permanecer sentado por tempo prolongado; alívio ao caminhar ou ao ficar em pé.</li>
<li>Padrão crônico ou recorrente com picos desencadeados por microtraumas (esforços repetidos, quedas leves).</li>
<li>Ausência de déficits motores ou sensoriais focais significativos — quando há fraqueza marcada ou perda sensitiva, pensar em radiculopatia.</li>
</ul>
<h3>Mini-casos para você se reconhecer</h3>
<ul>
<li>Marcos, 42 anos, motorista: sente dor lombar que aumenta após longos períodos sentado e melhora com pequenas caminhadas — quadro compatível com discogênico.</li>
<li>Ana, 35 anos, professora: dor que aparece súbita após esforço e desce pela perna com formigamento e fraqueza — mais sugestivo de hérnia com compressão radicular.</li>
</ul>
<h3>Sinais que confundem</h3>
<div class="box"><strong>Sinais que me fazem suspeitar de dor discogênica</strong></p>
<ul>
<li>Dor centralizada na lombar sem irradiação predominante.</li>
<li>Piora ao sentar e ao flexionar o tronco.</li>
<li>Resposta parcial a medidas posturais e a fisioterapia dirigida.</li>
</ul>
</div>
<p>Espasmo muscular secundário pode mascarar o quadro, e algumas pessoas têm dor mista (disc + músculo + <a href="https://leonardofrizon.com.br/rizotomia-percutanea/">facetária</a>). A avaliação médica ajuda a separar os componentes. Fontes clínicas descrevem esse padrão e ressaltam que a dor discogênica pode não apresentar sinais neurológicos importantes (<a href="https://me.med.br/lombalgia-dor-nas-costas/" target="_blank" rel="noopener">descrição clínica e sintomas</a>).</p>
<h2>Como os médicos investigam: exames clínicos e de imagem úteis no início</h2>
<h3>O que o médico vai perguntar e examinar</h3>
<p>O primeiro passo é a anamnese: quando começou, fatores que pioram e aliviam, presença de irradiação, história ocupacional e resposta a tratamentos anteriores. No exame físico, avalia-se mobilidade da coluna, testes de flexão/extensão, sinais de provocação discal e exame neurológico (força, sensibilidade, reflexos).</p>
<h3>Quando a ressonância magnética (RM) é útil</h3>
<p>A <a href="https://bestpractice.bmj.com/topics/pt-br/190" target="_blank" rel="noopener">ressonância magnética</a> é o exame de imagem de escolha para avaliar o disco: mostra perda de altura discal, fissuras anulares, protrusões ou hérnias e alterações nos corpos vertebrais (Modic). Contudo, alterações degenerativas podem aparecer em pessoas assintomáticas; por isso a RM deve complementar, não substituir, a correlação clínica.</p>
<h3>Outros exames</h3>
<ul>
<li>Raio‑X simples: avalia alinhamento, espondilolistese e alterações degenerativas ósseas.</li>
<li>Tomografia computadorizada (TC): útil para avaliar estruturas ósseas ou quando a RM é contraindicada.</li>
</ul>
<h3>Testes diagnósticos mais seletivos</h3>
<p>Em casos selecionados com dúvida diagnóstica e quando a decisão terapêutica depende disso, pode‑se considerar a <strong>discografia provocativa</strong> ou bloqueios discais diagnósticos. Essas técnicas são invasivas, têm limitações metodológicas e riscos; por isso são indicadas apenas após avaliação especializada e quando os achados de imagem e a clínica não convergem.</p>
<p>Regra prática: se o quadro é típico e não há sinais de alarme, iniciar tratamento conservador antes de investigações invasivas.</p>
<h2>Tratamentos iniciais e não cirúrgicos eficazes para dor lombar discogênica</h2>
<h3>Princípios gerais do tratamento conservador</h3>
<p>O objetivo é reduzir dor, restaurar função e evitar cronificação. O tratamento costuma ser multimodal e progressivo, com metas claras: retorno às atividades diárias, sono reparador e retomada do trabalho.</p>
<h3>Medidas recomendadas e práticas</h3>
<ul>
<li>Educação sobre dor e postura: entender a origem e evitar medo relacionado a movimento.</li>
<li>Fisioterapia dirigida: programas que reforçam controle tronco‑pélvico, estabilização e progressão para exercícios funcionais.</li>
<li>Condicionamento aeróbico: caminhada, bicicleta ergométrica ou natação conforme tolerância.</li>
<li>Controle de fatores de risco: redução de peso, cessação do sedentarismo e ergonomia no trabalho.</li>
</ul>
<h3>Fármacos de suporte</h3>
<ul>
<li>AINEs e analgésicos para alívio sintomático por curto prazo.</li>
<li>Relaxantes musculares em episódios com espasmo significativo (uso breve).</li>
<li>Moduladores neuropáticos (ex.: gabapentinoides) apenas se houver componente neuropático ou dor com características neuropáticas.</li>
</ul>
<h3>Intervenções minimamente invasivas</h3>
<p>Existem opções como infiltrações peridiscais/anulares e técnicas percutâneas que visam reduzir inflamação ou modular a sensibilidade do disco. A eficácia varia entre pacientes e procedimentos; portanto, a indicação deve considerar risco, benefícios e expectativa realista de melhora.</p>
<p>Para quem considera procedimentos percutâneos específicos, há material detalhado no post sobre <a href="https://leonardofrizon.com.br/infiltracao-na-coluna-tratamento-dor-lombar-e-cervical/">Infiltração na coluna — tratamento para dor lombar e cervical</a>, que explica indicações e expectativas.</p>
<h2>Quando procurar um especialista e sinais de alerta que exigem avaliação urgente</h2>
<p>Procure um neurocirurgião ou especialista em dor quando:</p>
<ul>
<li>A dor persiste com intensidade alta por várias semanas a meses apesar de tratamento conservador bem conduzido.</li>
<li>Há perda significativa da função (incapacidade para trabalhar, sono gravemente afetado).</li>
<li>Consideração de procedimentos diagnósticos ou terapêuticos minimamente invasivos ou cirurgia.</li>
</ul>
<h3>Sinais de alarme — avalie imediatamente</h3>
<ul>
<li>Perda progressiva de força nas pernas ou dificuldade para caminhar.</li>
<li>Déficit sensitivo novo e marcado em uma ou ambas as pernas.</li>
<li>Alterações esfincterianas: retenção urinária ou incontinência fecal — suspeita de síndrome da cauda equina (emergência).</li>
</ul>
<h3>O que o especialista pode oferecer</h3>
<p>A avaliação especializada inclui revisão detalhada da história, exame neurológico direcionado, correlação com exames de imagem e, se necessário, bloqueios diagnósticos. Quando indicado, o especialista discute opções minimamente invasivas e, em casos selecionados, cirurgia, sempre ponderando risco versus benefício em relação às metas de função e qualidade de vida.</p>
<p>Em termos de prazo: sintomas sem sinais de alarme podem esperar semanas a alguns meses para avaliação especializada, especialmente se houver resposta inicial ao tratamento conservador. Porém, qualquer sinal neurológico novo exige contato imediato com serviço de urgência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Checklist para levar ao médico</strong></p>
<ul>
<li>Duração da dor e eventos desencadeantes.</li>
<li>Padrão de piora/alívio e impacto nas atividades.</li>
<li>Histórico de tratamentos tentados e resposta.</li>
<li>Qualquer sintoma de perda de força, formigamento progressivo ou alteração urinária.</li>
</ul>
</div>
<h2>Perguntas frequentes sobre dor lombar discogênica</h2>
<dl class="faq">
<dt>O que diferencia dor discogênica de uma hérnia de disco com ciática?</dt>
<dd>A dor discogênica é tipicamente axial e localizada na lombar sem grande irradiação; a hérnia com compressão radicular costuma provocar dor que desce pela perna, acompanhada de alterações sensitivas ou fraqueza. A história e o exame físico ajudam a diferenciar.</dd>
<dt>Como se confirma que o disco é realmente a origem da dor?</dt>
<dd>Não existe um único exame infalível. A melhor abordagem é a correlação clínica (história + exame) com ressonância magnética; em casos selecionados, bloqueios diagnósticos ou discografia podem ser considerados, sabendo‑se dos riscos e limitações.</dd>
<dt>Infiltrações e bloqueios funcionam para dor discogênica?</dt>
<dd>Algumas infiltrações anulares ou peridiscais podem reduzir inflamação e dor em pacientes selecionados, mas a resposta é variável. A indicação deve ser individualizada e explicada ao paciente quanto a benefícios esperados e duração do efeito.</dd>
<dt>Quando a cirurgia é necessária?</dt>
<dd>Cirurgia direta por dor discogênica isolada é rara; é considerada quando há falha de tratamento conservador bem conduzido, incapacidade persistente e quando procedimento cirúrgico tem probabilidade razoável de melhorar função e dor, após avaliação especializada.</dd>
<dt>É possível reverter a degeneração discal?</dt>
<dd>A degeneração discal não costuma ser plenamente reversível. Tratamentos visam reduzir dor, melhorar função e retardar progressão. Pesquisas em terapias biológicas e regenerativas existem, mas ainda são experimentais ou de indicação restrita.</dd>
</dl>
<div class="post-cta">
<p>Se sua lombalgia persiste apesar de fisioterapia e ajustes posturais, agende uma avaliação especializada para discutirmos opções de tratamento e exames direcionados. <strong>Agende sua consulta</strong>: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5541999781060&amp;text=Ol%C3%A1%2C%20estou%20entrando%20em%20contato%20para%20agendar%20uma%20consulta%20com%20Dr.%20Leonardo%20Frizon.">WhatsApp (41) 9 9978-1060</a> ou <a href="https://www.doctoralia.com.br/leonardo-frizon/neurocirurgiao-especialista-em-dor/curitiba">agende online pela Doctoralia</a>.</p>
</div>
<p class="medical-disclaimer"><em>Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica presencial. Decisões sobre diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual com profissional qualificado.</em></p>
<div class="author-bio">
<h3>Sobre o autor</h3>
<p><strong>Dr. Leonardo A. Frizon, MD, PhD</strong> — neurocirurgião funcional em Curitiba, especialista em dor crônica e transtornos do movimento (neuralgias, espasticidade, Parkinson, distonia). <a href="https://leonardofrizon.com.br/sobre-mim/">Saiba mais sobre o Dr. Frizon →</a></p>
</div>
<h2>Referências</h2>
<ul>
<li><a href="https://bestpractice.bmj.com/topics/pt-br/190" target="_blank" rel="noopener">BMJ Best Practice — Lombalgia discogênica &#8211; Sintomas, diagnóstico e tratamento</a></li>
<li><a href="https://me.med.br/lombalgia-dor-nas-costas/" target="_blank" rel="noopener">ME Medicina — Lombalgia (dor nas costas): causas, diagnóstico, tratamentos.</a></li>
<li><a href="https://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/4453/doenca_degenerativa_lombar.htm" target="_blank" rel="noopener">MedicinaNET — Doença degenerativa lombar</a></li>
<li><a href="https://www.neurocirurgia.com/dor-discogenica-saiba-o-que-e/" target="_blank" rel="noopener">Neurocirurgia.com — Dor discogênica: saiba o que é</a></li>
</ul>
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<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/dor-lombar-discogenica-causas-sintomas-tratamentos-diagnostico/">O que é Dor Lombar Discogênica? Sintomas e Tratamentos</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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		<title>Dor na Coluna Lombar? Causas e Tratamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 14:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dor na coluna lombar é dor na região lombar que pode irradiar e limitar a vida diária. Saiba causas, sinais de alerta e tratamentos conservadores e cirúrgicos.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/dor-na-coluna-lombar-o-que-e-causas-sintomas-tratamentos/">Dor na Coluna Lombar? Causas e Tratamentos</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1><img decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-1796" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-1024x683.jpg" alt="Dores na coluna lombar" width="800" height="534" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-1024x683.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-300x200.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-768x512.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-1536x1024.jpg 1536w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" />Dor na coluna lombar: causas, diagnóstico e o que realmente ajuda</h1>
<p class="answer-box"><strong>Dor na coluna lombar é o desconforto entre a margem inferior das costelas e as nádegas; normalmente é mecânica e melhora com medidas conservadoras — movimento orientado, analgésicos e reabilitação. Identificar sinais de alarme é essencial para encaminhar exames e intervenções quando necessário.</strong></p>
<div class="post-tldr">
<h3>Resumo rápido</h3>
<ul>
<li>Dor na coluna lombar é comum e, na maioria das vezes, de origem mecânica.</li>
<li>Sintomas como irradiação, fraqueza ou alterações esfincterianas são sinais de alarme.</li>
<li>Tratamento inicial: manter atividade, analgesia escalonada e reabilitação com exercícios de core.</li>
<li>Procure especialista se houver piora neurológica progressiva, febre ou história de câncer.</li>
</ul>
</div>
<h2>O que é dor na coluna lombar?</h2>
<p><strong>Dor na coluna lombar é qualquer desconforto ou dor localizado entre a margem inferior das costelas e as nádegas.</strong> Pode variar de uma dor surda e contínua até uma dor aguda capaz de limitar movimentos e atividades da vida diária.</p>
<dl>
<dt>Localização</dt>
<dd><em>Região lombar — vértebras L1 a L5, discos intervertebrais, músculos e ligamentos adjacentes.</em></dd>
<dt>Duração</dt>
<dd><em>Aguda: até 6 semanas; subaguda: 6–12 semanas; crônica: &gt;12 semanas.</em></dd>
<dt>Intensidade</dt>
<dd><em>Varia de leve a incapacitante; pode irradiar para a perna se houver irritação radicular.</em></dd>
</dl>
<h3>Por que essa definição é útil?</h3>
<p>Uma definição clara ajuda a distinguir lombalgia mecânica — a mais comum — de causas graves que exigem investigação imediata. Na prática clínica, a maioria das lombalgias é benigna e responde a medidas conservadoras; reconhecer sinais de alarme evita atrasos em diagnósticos importantes.</p>
<h3>Quando não é somente lombalgia</h3>
<ul>
<li>Dor com perda sensorial nas pernas, fraqueza progressiva ou incontinência pode indicar comprometimento neural.</li>
<li>Febre, perda de peso inexplicada ou história de câncer sugerem causa sistêmica.</li>
<li>Trauma importante ou uso prolongado de corticoterapia requer avaliação imediata.</li>
</ul>
<p>Em resumo: “dor na coluna lombar” descreve onde dói e orienta a investigação inicial. A maior parte dos pacientes seguirá um caminho diagnóstico e terapêutico simples; ainda assim, reconhecer os sinais de alarme é fundamental.</p>
<h2>Causas mais comuns da dor lombar</h2>
<p>A maior parte das lombalgias tem origem mecânica: problemas nos músculos, ligamentos, articulações facetárias ou discos intervertebrais. Causas inflamatórias, infecciosas ou neoplásicas existem, mas são muito menos frequentes.</p>
<h3>Principais causas (visão prática)</h3>
<ul>
<li>Distensão muscular e entorse ligamentar — frequentemente após esforço ou movimento súbito.</li>
<li>Doença degenerativa do disco — degeneração e protrusão discal que podem provocar dor local ou ciática.</li>
<li>Artropatia facetária — dor relacionada à postura e extensão da coluna.</li>
<li>Radiculopatia (compressão de raiz nervosa) — dor irradiada, formigamento ou fraqueza em território de nervo.</li>
<li>Condicionantes inflamatórios (espondiloartrites) — dor matinal e rigidez que melhoram com movimento.</li>
</ul>
<h3>Probabilidades e população de risco</h3>
<p>A lombalgia afeta grande parcela da população adulta em algum momento da vida e é uma das principais causas de incapacidade laboral. Fatores como obesidade, sedentarismo, tabagismo e trabalho com esforço físico repetitivo aumentam o risco.</p>
<p>Guias e revisões mostram que causas estruturais graves (infecção, neoplasia, fratura) são raras entre pacientes sem sinais de alarme — por isso priorizamos a avaliação clínica e o manejo conservador inicialmente.</p>
<h2>Como se faz o diagnóstico da lombalgia?</h2>
<h3>Pergunta clínica</h3>
<p>Qual é a localização da dor? Há irradiação, alterações sensitivas, febre, trauma ou câncer prévio? Essas perguntas definem se o caso é rotineiro ou urgente.</p>
<h3>Exame clínico</h3>
<p>O exame começa com observação da postura, marcha e amplitudes de movimento. Avaliação com palpação, sinais de irritação radicular (elevação da perna estendida), reflexos e força muscular. Testes simples, muitas vezes, são suficientes para orientar o manejo conservador.</p>
<h3>Quando pedir exames?</h3>
<ul>
<li>Sem sinais de alarme: nenhum exame de imagem imediato é necessário — o tratamento inicial é conservador.</li>
<li>Com sinais de alarme (febre, perda de peso, déficit neurológico progressivo, trauma importante, história de câncer): solicitar radiografia, tomografia ou ressonância magnética conforme o contexto.</li>
<li>Suspeita de infecção ou tumor: exames laboratoriais e imagem com contraste são indicados.</li>
</ul>
<p>Em minha prática, muitos pacientes chegam com RX ou ressonância feitos sem indicação clara; isso atrasa medidas que trazem alívio, como movimento orientado e analgesia adequada. Por isso explico quando o exame acrescenta informação e quando apenas alimenta ansiedade.</p>
<h2>Tratamento: o que ajuda de verdade (e o que evitar)</h2>
<p>O tratamento combina medidas de autocuidado, medicação, reabilitação e, em casos selecionados, procedimentos intervencionistas. O objetivo é reduzir dor, recuperar função e prevenir recidivas.</p>
<h3>Medidas imediatas e autocuidado</h3>
<ul>
<li>Mover-se dentro do possível: manter atividade leve e evitar repouso prolongado.</li>
<li>Analgesia escalonada: paracetamol e anti-inflamatórios não esteroidais são opções iniciais quando não há contraindicação.</li>
<li>Aplicação de calor ou gelo conforme o padrão de dor e sensibilidade.</li>
</ul>
<h3>Reabilitação</h3>
<p>Fisioterapia com exercícios de fortalecimento do core, alongamento e orientação postural reduz episódios futuros. Terapias comportamentais e programas de exercício supervisionados mostram benefícios a longo prazo.</p>
<h3>Procedimentos e medicações avançadas</h3>
<ul>
<li>Infiltração peridural ou facetária pode ser útil em casos selecionados de radiculopatia ou artropatia facetária; em casos assim costumo discutir os riscos e benefícios claramente — veja também a página sobre <a href="/infiltracao-na-coluna-tratamento-dor-lombar-e-cervical">infiltração na coluna</a>.</li>
<li>Algumas infiltrações servem como um teste para identificar a origem da dor, para definir o melhor tratamento no longo prazo. Um desses tratamentows é a rizotomia (Leia mais clicando aqui <a href="https://leonardofrizon.com.br/rizotomia-percutanea/">Rizotomia percutânea trata dores na coluna)</a></li>
<li>Opioides têm indicação restrita e temporária, quando outras opções falham e sob monitorização rigorosa.</li>
<li>Cirurgia é reservada a compressão neural progressiva, instabilidade ou dor intratável quando há correlação imagem-clínica.</li>
</ul>
<p>Na minha prática em consultório, enfatizo que atividade guiada e adesão ao programa de fortalecimento são tão importantes quanto medicação. Pacientes que entendem os objetivos do tratamento recuperam função com mais rapidez.</p>
<h2>Sinais de alerta, indicação cirúrgica e prevenção</h2>
<p>Nem toda lombalgia evolui para cirurgia; a maioria melhora com tratamento conservador. Identificar sinais de alerta reduz o risco de sequelas permanentes.</p>
<div class="callout red-flags" style="border-left: 4px solid #c00; padding: 10px; background: #fff6f6;">
<p><strong>Sinais de alerta — procure atendimento imediato:</strong></p>
<ul>
<li>Perda súbita de força nas pernas ou piora neurológica progressiva.</li>
<li>Alteração sensitiva em sela (área perineal) ou disfunção esfincteriana (urina ou fezes).</li>
<li>Febre alta, calafrios ou história recente de infecção sistêmica.</li>
<li>Trauma de alta energia ou uso crônico de corticoide com risco de fratura.</li>
</ul>
</div>
<h3>Quando a cirurgia entra em cena?</h3>
<p>A cirurgia pode ser indicada quando há compressão neural com déficit motor progressivo ou dor incapacitante resistente a tratamentos bem conduzidos. Procedimentos comuns incluem discectomia para hérnia discal sintomática e fusão em instabilidade vertebral; a decisão exige correlação clínica-imagem e discussão clara sobre riscos, expectativa e objetivos.</p>
<h3>Prevenção de recorrências</h3>
<p>Programas de exercício regular, controle de peso, ergonomia no trabalho e interrupção do tabagismo reduzem recorrências. Pequenas mudanças de rotina — pausas para alongamento e ajuste da estação de trabalho — geram benefícios acumulados. Para quem vive com dor crônica, entender o mecanismo da dor e participar de educação em dor é parte da prevenção — consulte também nosso conteúdo sobre <a href="/o-que-e-dor-cronica">dor crônica</a> para aprofundar.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre dor na coluna lombar</h2>
<dl class="faq">
<dt>1. Quando a lombalgia precisa de exame de imagem?</dt>
<dd>Em pacientes sem sinais de alarme, não há indicação de imagem imediata; começamos com tratamento conservador. Imagem é solicitada se houver sinais de infecção, tumor, fratura ou déficit neurológico progressivo.</dd>
<dt>2. O repouso absoluto ajuda?</dt>
<dd>Não. Repouso prolongado tende a piorar a dor e a função. Recomenda-se manter atividades leves e iniciar fisioterapia orientada assim que possível.</dd>
<dt>3. Toda dor irradiada para a perna indica que preciso operar?</dt>
<dd>Não. Dor irradiada (ciática) frequentemente responde a tratamento conservador; cirurgia é reservada a casos com déficit motor progressivo ou dor intratável com correlação clara em imagem.</dd>
<dt>4. Quais tratamentos intervencionistas funcionam?</dt>
<dd>Infiltrações peridurais ou facetárias podem reduzir dor e permitir reabilitação em casos selecionados. A escolha depende da causa e da correlação clínica-imagem.</dd>
<dt>5. Como prevenir novas crises de lombalgia?</dt>
<dd>Fortalecimento do core, exercício regular, controle de peso e ergonomia no trabalho são as medidas mais efetivas para reduzir recorrências.</dd>
</dl>
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<p>Se você tem dor lombar persistente ou recidivante e quer entender melhor seu caso sem compromisso, posso ajudar com avaliação clínica e orientações práticas para reduzir sintomas e prevenir novas crises. <strong>Agende sua consulta</strong>: <a href="https://api.whatsapp.com/send?phone=5541999781060&amp;text=Ol%C3%A1%2C%20estou%20entrando%20em%20contato%20para%20agendar%20uma%20consulta%20com%20Dr.%20Leonardo%20Frizon.">WhatsApp (41) 9 9978-1060</a> ou <a href="https://www.doctoralia.com.br/leonardo-frizon">agende pela Doctoralia</a>.</p>
</div>
<p class="medical-disclaimer"><em>Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica presencial. Decisões sobre diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual com profissional qualificado.</em></p>
<div class="author-bio">
<h3>Sobre o autor</h3>
<p><strong>Dr. Leonardo A. Frizon, MD, PhD</strong> — neurocirurgião funcional em Curitiba, especialista em dor crônica e transtornos do movimento (neuralgias, espasticidade, Parkinson, distonia). <a href="https://leonardofrizon.com.br/sobre-mim/">Saiba mais sobre o Dr. Frizon →</a></p>
</div>
<div class="internal-links-box" style="border: 1px solid #ddd; padding: 10px; margin-top: 15px;">
<h3>Leitura relacionada</h3>
<ul>
<li><a href="/blog/neuralgia-do-trigemino">Neuralgia do trigêmeo — diagnóstico e tratamento</a></li>
<li><a href="/blog/dor-cronica">O que é dor crônica?</a></li>
</ul>
</div>
<h2>Referências</h2>
<ul>
<li><a href="https://bestpractice.bmj.com/topics/pt-br/3000150" target="_blank" rel="noopener">BMJ Best Practice — Low back pain</a></li>
<li><a href="https://bvsms.saude.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">BVSMS — Biblioteca Virtual em Saúde &#8211; Ministério da Saúde</a></li>
<li><a href="https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/transtornos-musculoesquel%C3%A9ticos/problemas-da-coluna-vertebral/lombalgia" target="_blank" rel="noopener">Manual MSD — Lombalgia</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Ministério da Saúde — Portal</a></li>
<li><a href="https://www.reumatologia.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Sociedade Brasileira de Reumatologia — Orientações gerais</a></li>
</ul>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/dor-na-coluna-lombar-o-que-e-causas-sintomas-tratamentos/">Dor na Coluna Lombar? Causas e Tratamentos</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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		<title>Dor Miofascial e Tendinite nos Glúteos</title>
		<link>https://leonardofrizon.com.br/dor-miofascial-tendinite-gluteos-sintomas-tratamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 00:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Entendendo a dor crônica]]></category>
		<category><![CDATA[dor-lateral-do-quadril-tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[dor-miofascial-gluteos-tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[exercicios-para-gluteo-medio]]></category>
		<category><![CDATA[tendinopatia-glutea-tratamento-fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento-tendinopatia-glutea-curitiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor miofascial e tendinite nos glúteos causam dor localizada, rigidez e limitação. Entenda causas, sintomas e treatments e quando procurar especialista.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/dor-miofascial-tendinite-gluteos-sintomas-tratamentos/">Dor Miofascial e Tendinite nos Glúteos</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-post-image"><img decoding="async" title="O que é Dor Miofascial e Tendinite nos Glúteos? Sintomas" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2026/06/image.png.png" alt="Pessoa de costas sentada tocando o glúteo — dor miofascial e tendinite glúteos" /></figure>
<p><!-- Meta description: Entenda a diferença entre dor miofascial e tendinite glútea, sinais de alarme, diagnóstico prático, opções de tratamento conservador e programa de exercícios para alívio e reabilitação. Conteúdo didático para pacientes e familiares. --></p>
<p class="answer-box"><strong>Dor miofascial e tendinite dos glúteos causam dor lateral do quadril por mecanismos diferentes — pontos‑gatilho musculares versus sobrecarga/inflamação dos tendões dos glúteos (tendinopatia). O diagnóstico é clínico; fisioterapia com reeducação de carga costuma ser eficaz e exames de imagem são reservados a casos persistentes.</strong></p>
<div class="post-tldr">
<h3>Resumo rápido</h3>
<ul>
<li>Dor miofascial: pontos‑gatilho no ventre muscular; tendinite: alteração do tendão no trocânter maior.</li>
<li>Sintoma típico: dor lateral do quadril que piora ao deitar sobre o lado e ao subir escadas.</li>
<li>Tratamento inicial: modulação de carga, fisioterapia dirigida e exercícios para o glúteo médio.</li>
<li>Procure especialista se a dor não melhorar após 6–8 semanas, houver fraqueza importante ou sinais neurológicos.</li>
</ul>
</div>
<h2>O que são dor miofascial e tendinite dos glúteos</h2>
<dl>
<dt><strong>Definição</strong></dt>
<dd>A dor miofascial e a tendinite dos glúteos são síndromes dolorosas que afetam músculos e seus tendões na região glútea — sobretudo o glúteo médio e o glúteo mínimo — e causam dor lateral do quadril, desconforto ao deitar e limitação de marcha.</dd>
</dl>
<p>Embora os sintomas se sobreponham, a origem e o tratamento têm diferenças importantes: a dor miofascial surge de pontos‑gatilho no ventre muscular e de espessamento fascial; a tendinite (ou tendinopatia glútea) reflete sobrecarga e alterações degenerativas do tendão junto ao trocânter maior.</p>
<h3>Como reconhecer a diferença, em poucas palavras</h3>
<ul>
<li>Dor miofascial: pontos sensíveis espalhados no músculo, que podem referir dor a regiões próximas quando pressionados.</li>
<li>Tendinite glútea: dor mais localizada na borda lateral do quadril, costuma piorar ao subir escadas ou ao deitar sobre o lado afetado.</li>
</ul>
<p>Na prática clínica (Curitiba) vemos com frequência pacientes com dor lombar associada a dor glútea, e que frequentemente descrevem a dor como &#8220;profunda na lateral do quadril&#8221; ou &#8220;uma queimação quando deito sobre o lado&#8221; — sinais típicos que ajudam na suspeita diagnóstica. Na maioria dos casos, medidas conservadoras bem orientadas promovem alívio e retomada das atividades.</p>
<h2>Causas e fatores de risco</h2>
<p>A dor miofascial e a tendinite dos glúteos aparecem por interação de fatores mecânicos, biológicos e comportamentais. Abaixo explico os mecanismos mais comuns e os fatores que aumentam o risco.</p>
<h3>Mecanismos comuns</h3>
<ul>
<li>Sobrecarga repetitiva: correr, subir escadas, ciclismo e atividades com mudanças de direção sobrecarregam tendões e músculos.</li>
<li>Biomecânica alterada: discrepância de comprimento de membros, valgo do joelho ou marcha com compensações alteram o carregamento do glúteo médio.</li>
<li>Postura prolongada: longos períodos sentado, especialmente em superfícies duras, aumentam pressão sobre as estruturas glúteas.</li>
<li>Microrrupturas e degeneração tendínea: estresse repetido sem recuperação leva à tendinopatia.</li>
<li>Pontos‑gatilho miofasciais: tensão crônica gera nódulos hipersensíveis que referem dor a distância.</li>
</ul>
<h3>Fatores de risco</h3>
<ul>
<li>Idade: a tendência a tendinopatia aumenta com a idade devido à redução da vascularização e elasticidade do tendão.</li>
<li>Alterações hormonais: mulheres na menopausa têm maior risco possivelmente por alterações do tecido conjuntivo.</li>
<li>Obesidade e sedentarismo: sobrecarga estática e fraqueza dos estabilizadores do quadril favorecem o problema.</li>
<li>Atividades esportivas de repetição: corredores de longa distância, ciclistas e esportes com mudanças rápidas de direção.</li>
<li>Histórico de lesão lombar ou pélvica: compensações podem transferir carga para os glúteos.</li>
</ul>
<p>Outras variáveis como tabagismo, uso crônico de corticosteroides sistêmicos e algumas doenças metabólicas prejudicam a cicatrização e podem favorecer a tendinopatia.</p>
<h2>Sintomas e diagnóstico</h2>
<p>O quadro clínico normalmente combina dor localizada com limitações funcionais; distinguir entre tendinopatia glútea, síndrome do piriforme, dor lombar referida e dor miofascial orienta o tratamento adequado.</p>
<h3>Queixas típicas</h3>
<ul>
<li>Dor lateral do quadril ou na nádega, que às vezes irradia para a face lateral da coxa.</li>
<li>Piora ao deitar sobre o lado afetado; sono interrompido pela dor.</li>
<li>Dor ao subir escadas, levantar de cadeiras baixas ou caminhar distâncias maiores.</li>
<li>Sensação de fraqueza do quadril ao manter apoio em uma perna; marcha com Trendelenburg em casos avançados.</li>
</ul>
<h3>Exame físico</h3>
<p>O exame direcionado é frequentemente suficiente para o diagnóstico. Procuro sinais pontuais e padrões de dor:</p>
<ul>
<li>Palpação no trocânter maior: dor localizada ao pressionar o tendão glúteo.</li>
<li>Testes de resistência: abdução ou rotação externa resistida pode reproduzir a dor.</li>
<li>Manobras funcionais: subir um degrau ou levantar de uma cadeira baixa costuma desencadear desconforto.</li>
<li>Pesquisa de pontos‑gatilho: nódulos rígidos no ventre muscular que, ao serem pressionados, provocam dor referida.</li>
</ul>
<h3>Quando pedir exames de imagem</h3>
<p>Nem todo caso precisa de imagem. Recomendo exames complementares quando há dor persistente após 6–8 semanas de tratamento adequado, sinais neurológicos ou dúvida diagnóstica: ultrassonografia para visualizar espessamento e rupturas parciais do tendão e ressonância magnética para avaliar uma lesão é mais profunda. Em geral, a investigação por imagem é seletiva e orientada pelo exame clínico (veja orientação de serviços de saúde especializados).</p>
<p>Ao avaliar alguém com dor lateral do quadril, sempre examinamos a coluna lombar, em conjunto.</p>
<h2>Tratamento e reabilitação — o que funciona na prática</h2>
<p>O tratamento deve ser individualizado e escalonado: inicia‑se com medidas conservadoras e progride para intervenções minimamente invasivas caso não haja melhora. A fisioterapia e a modulação de carga são a base do manejo; quando bem aplicada, a maioria dos pacientes melhora significativamente com essas medidas (e exercício guiado é a estratégia com melhor evidência para tendinopatia)</p>
<h3>Fases do tratamento</h3>
<ul>
<li>Controle da dor aguda: gelo local, analgésicos simples e redução das atividades desencadeantes.</li>
<li>Recuperação de mobilidade: alongamentos suaves e técnicas miofasciais para reduzir pontos‑gatilho.</li>
<li>Fortalecimento e reeducação: foco no glúteo médio e nos estabilizadores do quadril e do core.</li>
<li>Retorno progressivo à atividade: plano de aumento de carga guiado por sintomas e por avaliação profissional.</li>
</ul>
<h3>Intervenções usadas com frequência</h3>
<ul>
<li>Fisioterapia dirigida (exercício excêntrico e fortalecimento progressivo).</li>
<li>Terapias manuais e liberação miofascial.</li>
<li>Ondas de choque (shockwave) ou terapia a laser, quando a resposta conservadora é parcial.</li>
<li>Infiltrações: corticosteroides podem oferecer alívio rápido, porém com efeito limitado;</li>
<li>Dry needling / agulhamento seco: útil para pontos‑gatilho miofasciais.</li>
<li>Cirurgia: rara, indicada para rupturas tendíneas significativas ou falha de tratamentos anteriores.</li>
</ul>
<h3>Programa prático de exercícios — passo a passo (para a maioria dos pacientes)</h3>
<p>Execute os exercícios 3 vezes por semana, com 8–15 repetições por série, 2–3 séries; descanse 30–60 segundos entre séries. Progrida a carga gradualmente e observe a resposta — um pouco de desconforto controlado é aceitável, mas dor intensa no dia seguinte é sinal de excesso.</p>
<ol>
<li><strong>Ativação isométrica (fase inicial, se houver dor intensa):</strong> deitado de lado com joelhos dobrados, pressione suavemente o joelho superior contra a mão por 10 segundos. Faça 10 repetições.</li>
<li><strong>Clamshell (concha):</strong> deitado de lado, joelhos dobrados, abra o joelho superior mantendo os pés juntos. Inicie sem resistência; progrida com faixa elástica acima dos joelhos.</li>
<li><strong>Abdução de quadril em decúbito lateral:</strong> pernas estendidas, levante a perna superior 20–30º mantendo o tronco estável.</li>
<li><strong>Ponte unilateral (single‑leg bridge):</strong> deitado de costas, eleve o quadril apoiando apenas um pé no chão; mantenha o quadril nivelado.</li>
<li><strong>Marcha lateral com faixa elástica:</strong> em posição semi‑agachada, caminhe lateralmente com faixa elástica no nível dos tornozelos; 10–20 passos para cada lado.</li>
</ol>
<div class="alarm-box" style="border-left: 4px solid #c00; padding: 10px; background: #fff6f6; margin: 10px 0;"><strong>Aviso importante:</strong> procure avaliação imediata se houver febre, perda súbita de força, dormência progressiva na perna, perda de controle esfincteriano ou dor intensa e insuportável — sinais que requerem investigação urgente.</div>
<h2>O que esperar na recuperação e como evitar recaídas</h2>
<p>Com tratamento adequado muitos pacientes melhoram em semanas a meses; o progresso costuma ser gradual. Em tendinopatia crônica a recuperação completa pode levar vários meses de reeducação de carga e fortalecimento progressivo. Algumas orientações práticas:</p>
<ul>
<li>Evite atividades que provoquem dor intensa nas primeiras semanas; substitua por exercícios de baixo impacto (natação, ciclismo leve).</li>
<li>Mantenha consistência no programa de fortalecimento — 3 sessões semanais produzem melhores resultados do que exercícios esporádicos.</li>
<li>Cuide do sono e do peso corporal — redução de carga melhora a resposta ao tratamento.</li>
<li>Se houver recidivas, reveja a biomecânica (calçados, técnica de corrida, simetria de membros) e trabalhe com fisioterapeuta para corrigir déficits.</li>
</ul>
<p>Na prática clínica, precisamos dosar as expectativas: queremos reduzir dor e recuperar função, não eliminar todo desconforto imediato. Se você prefere leituras que explicam dor crônica em linguagem acessível, recomendo a seção do meu site sobre <a href="https://leonardofrizon.com.br/o-que-e-dor-cronica/">dor crônica</a> e a página sobre <a href="https://leonardofrizon.com.br/educacao-em-dor-para-o-paciente/">educação em dor</a>, que ajudam a entender a relação entre dor, movimentação e comportamento.</p>
<h2>Perguntas frequentes sobre dor miofascial e tendinite dos glúteos</h2>
<dl class="faq">
<dt>1. Como saber se minha dor é tendinite ou problema na coluna?</dt>
<dd>O exame clínico diferencia a maior parte dos casos: dor lateral focal no trocânter e piora ao deitar sobre o lado sugerem tendinopatia; dor ciática com irradiação distal e alterações sensitivas aponta para origem lombar. Os exames de imagem ajudam a alucidar o diagnóstico.</dd>
<dt>2. Quanto tempo leva para a tendinite glútea melhorar com fisioterapia?</dt>
<dd>Melhoras iniciais podem aparecer em 4–6 semanas; recuperação funcional mais consistente costuma exigir 3–4 meses de programa progressivo. Casos crônicos podem levar mais tempo e demandar terapias complementares.</dd>
<dt>3. Infiltração de corticosteroide é segura e eficaz?</dt>
<dd>Corticosteroides podem dar alívio rápido da dor; no entanto, o efeito costuma ser temporário. Em alguns casos ajudam a permitir progresso na fisioterapia; uso repetido sem acompanhamento não é recomendado.</dd>
<dt>4. Posso continuar a correr ou praticar esportes enquanto faço tratamento?</dt>
<dd>É preciso modular a carga: reduzir volume e intensidade, priorizar exercícios de força e técnica, e evitar movimentos que reproduzam dor intensa. Um retorno progressivo orientado por fisioterapeuta é a melhor estratégia.</dd>
<dt>5. O agulhamento seco (dry needling) funciona?</dt>
<dd>Dry needling pode reduzir pontos‑gatilho e dor miofascial em muitos pacientes e é uma ferramenta complementar na prática clínica, geralmente usada em conjunto com exercícios de reabilitação.</dd>
</dl>
<div class="post-cta"></div>
<p class="medical-disclaimer"><em>Este conteúdo é informativo e não substitui consulta médica presencial. Decisões sobre diagnóstico e tratamento dependem de avaliação individual com profissional qualificado.</em></p>
<div class="author-bio">
<h3>Sobre o autor</h3>
<p><strong>Dr. Leonardo A. Frizon, MD, PhD</strong> — neurocirurgião funcional em Curitiba, especialista em dor crônica e transtornos do movimento (neuralgias, espasticidade, Parkinson, distonia). <a href="https://leonardofrizon.com.br/sobre-mim/">Saiba mais sobre o Dr. Frizon →</a></p>
</div>
<h2>Referências</h2>
<p><a href="https://leonardofrizon.com.br/educacao-em-dor-para-o-paciente/" target="_blank" rel="noopener">Dr. Leonardo Frizon — Educação em dor para o paciente</a></p>
<p><a href="https://leonardofrizon.com.br/quando-operar-a-coluna-tratamentos/" target="_blank" rel="noopener">Dr. Leonardo Frizon — Dor na coluna</a></p>
<p><a href="https://my.clevelandclinic.org/health/diseases/22960-gluteal-tendinopathy">Gluteal Tendinopathy</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/dor-miofascial-tendinite-gluteos-sintomas-tratamentos/">Dor Miofascial e Tendinite nos Glúteos</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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		<title>Neuralgia Occipital &#8211; Causas, Sintomas e Tratamentos</title>
		<link>https://leonardofrizon.com.br/neuralgia-occipital-causas-sintomas-e-tratamentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 14:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Dor facial]]></category>
		<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[Entendendo a dor crônica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é neuralgia occipital? A neuralgia occipital é uma condição neurológica que causa dor intensa, em forma de pontada ou choque, na região da nuca, muitas vezes irradiando para o topo da cabeça e atrás dos olhos. Essa dor ocorre devido à inflamação ou irritação dos nervos occipitais, que são responsáveis pela sensibilidade do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2488" aria-describedby="caption-attachment-2488" style="width: 874px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-2488" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2148036568.jpg" alt="" width="874" height="583" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2148036568.jpg 1000w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2148036568-300x200.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/08/2148036568-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 874px) 100vw, 874px" /><figcaption id="caption-attachment-2488" class="wp-caption-text">Neuralgia Occipital &#8211; Causas, Sintomas e Tratamentos</figcaption></figure>
<h2>O que é neuralgia occipital?</h2>
<p>A <strong>neuralgia occipital</strong> é uma condição neurológica que causa dor intensa, em forma de pontada ou choque, na região da nuca, muitas vezes irradiando para o topo da cabeça e atrás dos olhos. Essa dor ocorre devido à inflamação ou irritação dos nervos occipitais, que são responsáveis pela sensibilidade do couro cabeludo. Muitas pessoas confundem com enxaqueca ou cefaléia tensional, mas trata-se de um problema diferente e que precisa de diagnóstico correto.</p>
<h2>Causas e fatores de risco</h2>
<p>A neuralgia occipital pode surgir por diferentes motivos, incluindo lesões na cabeça ou no pescoço, compressão dos nervos causada por má postura, hérnia de disco cervical ou tensão muscular crônica. Além disso, doenças como artrite e diabetes também aumentam o risco. Portanto, tentar identificar a causa é essencial para definir o melhor tratamento e prevenir a recorrência da dor, apesar de que em alguns não identificamos nenhuma causa.</p>
<h2>Sintomas comuns e diagnóstico</h2>
<p>Os principais sintomas são <strong>dor aguda na nuca</strong>, sensação de choque elétrico, queimação e <strong>sensibilidade ao toque</strong> na região occipital. Em alguns casos, pode haver formigamento, dor atrás dos olhos ou até fraqueza muscular. O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica detalhada e, se necessário, exames de imagem para descartar outras condições como hérnia cervical ou enxaqueca crônica.</p>
<h2>Opções de tratamento e manejo</h2>
<p>O tratamento da neuralgia occipital tem como objetivo aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida do paciente. As opções incluem o uso de medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios, fisioterapia para correção postural, <strong>bloqueios anestésicos dos nervos occipitais</strong> e, em casos mais resistentes, procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos. Além disso, terapias complementares como acupuntura, quiropraxia e relaxamento muscular também podem auxiliar no controle da dor.</p>
<h2>Prevenção e cuidados diários</h2>
<p>Manter uma postura correta, evitar movimentos bruscos e alongar a região cervical diariamente são medidas que ajudam na prevenção de crises da neuralgia occipital. Além disso, controlar doenças associadas é fundamental. Procurar ajuda médica ao primeiro sinal de dor intensa na nuca pode evitar a cronificação e melhorar o prognóstico do tratamento.</p>
<p><strong>Conclusão:</strong> compreender a neuralgia occipital é fundamental para quem sofre com dores na nuca ou dor de cabeça recorrente na parte de trás da cabeça. Se você apresenta esses sintomas, busque avaliação com um <strong>especialista</strong>. Um diagnóstico rápido permite acesso às melhores opções de tratamento e melhora significativa na qualidade de vida.</p>
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		<title>Dor na coluna: tratamentos sem cirurgia e quando operar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Feb 2025 15:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que não te contam sobre cirurgia na coluna &#160; A cirurgia na coluna é frequentemente vista como a solução definitiva para dores crônicas e problemas estruturais. No entanto, essa abordagem nem sempre é a melhor opção. Antes de considerar a cirurgia, é essencial entender que existem diversas alternativas eficazes, menos invasivas e com menores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-2373" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Dor-lombar-tratamento-sem-cirurgia-1-1024x720.jpg" alt="Dor lombar tratamento sem cirurgia" width="800" height="563" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Dor-lombar-tratamento-sem-cirurgia-1-1024x720.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Dor-lombar-tratamento-sem-cirurgia-1-300x211.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Dor-lombar-tratamento-sem-cirurgia-1-768x540.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Dor-lombar-tratamento-sem-cirurgia-1-600x422.jpg 600w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Dor-lombar-tratamento-sem-cirurgia-1.jpg 1500w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></h2>
<h2></h2>
<h2>O que não te contam sobre cirurgia na coluna</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>A cirurgia na coluna é frequentemente vista como a solução definitiva para dores crônicas e problemas estruturais. No entanto, essa abordagem nem sempre é a melhor opção. Antes de considerar a cirurgia, é essencial entender que existem diversas alternativas eficazes, menos invasivas e com menores riscos. Além disso, mesmo quando a cirurgia é necessária, há diferentes técnicas, desde procedimentos minimamente invasivos até cirurgias mais agressivas. Este artigo explora o que você precisa saber antes de tomar uma decisão sobre a sua saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>A cirurgia de coluna deve ser a última opção?</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na maioria das vezes, quando não se trata de uma emergência, tratamento cirúrgico deve ser considerado apenas quando todas as opções conservadoras forem esgotadas. Estudos demonstram que uma parte significativa das cirurgias de coluna poderiam ser evitadas com tratamentos adequados. <a href="https://bmjopen.bmj.com/content/7/9/e017585.long">Um artigo publicado em 2017, que analisou mais de 10.000 pacientes operados na Inglaterra, apontou que um a cada cinco paciente submetido à cirurgia da coluna continua com dor após o procedimento (Failed Back Surgery Syndrome &#8211; FBSS). </a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Alternativas antes da cirurgia</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes de optar por uma cirurgia,<a href="https://leonardofrizon.com.br/dor-nas-costas/"> é preciso entender o porquê da dor.</a> Também é fundamental explorar tratamentos menos invasivos que podem aliviar a dor e melhorar a qualidade de vida. As principais opções incluem:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h3>Fisioterapia e Reabilitação</h3>
</li>
</ol>
<p>A fisioterapia personalizada é uma das estratégias mais eficazes para tratar dores na coluna. Exercícios de fortalecimento, mobilização e técnicas como pilates terapêutico e hidroterapia podem melhorar significativamente os sintomas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h3>Medicações</h3>
</li>
</ol>
<p>O uso de anti-inflamatórios, analgésicos, relaxantes musculares e medicamentos para dor neuropática pode ser uma alternativa eficaz para controlar os sintomas. No entanto, é essencial o acompanhamento médico para evitar efeitos colaterais e dependência medicamentosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h3>Procedimentos minimamente invasivos</h3>
</li>
</ol>
<p>Caso a dor persista, há opções minimamente invasivas que podem oferecer alívio sem a necessidade de uma cirurgia extensa:</p>
<ul>
<li>Infiltração na coluna: Aplicação de medicamentos diretamente na área afetada para reduzir a inflamação. Leia mais <a href="https://leonardofrizon.com.br/infiltracao-na-coluna-tratamento-dor-lombar-e-cervical/">aqui!</a></li>
<li>Rizotomia por radiofrequência: Técnica que bloqueia os sinais de dor nos nervos responsáveis pelo desconforto utilizando radiofrequência, causando um alívio mais prolongado da dor. Leia mais sobre rizotomia<a href="https://leonardofrizon.com.br/como-e-a-rizotomia-percutanea-lombar/"> aqui</a> e<a href="https://leonardofrizon.com.br/rizotomia-percutanea/"> aqui</a>!</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Quando a cirurgia pode ser necessária?</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Embora a cirurgia deva ser a última alternativa, há situações em que ela é indispensável, como:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Compressão severa da medula espinhal, causando déficits neurológicos progressivos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Dor intensa e incapacitante que não responde a outros tratamentos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Instabilidade vertebral significativa que compromete a mobilidade e a função do paciente.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo nesses casos, é crucial escolher a técnica cirúrgica mais adequada para reduzir riscos e melhorar os resultados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Tipos de cirurgia de coluna</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se a cirurgia for inevitável, há diferentes técnicas disponíveis, com níveis variados de invasividade:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>
<h3>Cirurgia minimamente invasiva</h3>
</li>
</ol>
<p>Técnicas como endoscopia da coluna permitem correções sem grandes cortes, resultando em recuperação mais rápida e menos dor no pós-operatório.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h3>Discectomia</h3>
</li>
</ol>
<p>Remoção parcial ou total do disco intervertebral para aliviar compressões nervosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h3>Artrodese (Fusão da coluna)</h3>
</li>
</ol>
<p>Procedimento que estabiliza a coluna por meio da fixação de vértebras, sendo indicado em casos de instabilidade grave.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Cirurgia de coluna: o que pode dar errado?</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar dos avanços na neurocirurgia e ortopedia, a cirurgia da coluna não garante a eliminação completa da dor. Além dador persistente após cirurgia na coluna, outros riscos incluem:</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Infecções: Mesmo com todos os cuidados, infecções podem ocorrer e exigir tratamentos prolongados.</li>
<li>Cicatrização inadequada: Algumas cirurgias podem gerar aderências e fibroses, dificultando a recuperação.</li>
<li>Lesão nervosa: Em alguns casos, a cirurgia pode causar lesões nos nervos, resultando em dor crônica ou perda de função motora.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Conclusão: cirurgia não é a única saída</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se você recebeu uma recomendação para cirurgia, busque uma segunda opinião e avalie alternativas menos invasivas. Muitos pacientes conseguem alívio da dor e melhora na qualidade de vida sem precisar passar por um procedimento cirúrgico. Caso a cirurgia seja realmente necessária, escolha um especialista experiente para garantir o melhor tratamento possível.</p>
<p>Se você busca um especialista para avaliar o seu caso, entre em contato para uma consulta e descubra qual a melhor abordagem para a sua dor na coluna.</p>
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		<title>Cirurgia da coluna: será que você realmente precisa? Veja alternativas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 12:27:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a dor nas costas se torna insuportável e interfere na qualidade de vida, é comum que muitas pessoas considerem a cirurgia da coluna como a única solução. No entanto, a cirurgia não é sempre necessária. Existem alternativas menos invasivas que podem proporcionar alívio significativo e evitar a necessidade de uma intervenção cirúrgica. Vamos explorar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quando a dor nas costas se torna insuportável e interfere na qualidade de vida, é comum que muitas pessoas considerem a cirurgia da coluna como a única solução. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, a cirurgia não é sempre necessária. Existem alternativas menos invasivas que podem proporcionar alívio significativo e evitar a necessidade de uma intervenção cirúrgica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos explorar essas opções e entender quando elas podem ser apropriadas.</span></p>
<h2>Entendendo a dor na coluna</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2320 size-full" title="Entendendo a dor na coluna" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/dor-na-coluna-1.jpg" alt="Entendendo a dor na coluna" width="640" height="427" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/dor-na-coluna-1.jpg 640w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/dor-na-coluna-1-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A dor nas costas é uma das queixas mais comuns em consultórios médicos. Ela pode ser causada por uma variedade de fatores, incluindo:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Degeneração discal: </b>desgaste<span style="font-weight: 400;"> natural dos discos entre as vértebras.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Hérnias de disco:</b> quando<span style="font-weight: 400;"> o núcleo gelatinoso de um disco vertebral extravasa e pressiona nervos próximos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Problemas nas articulações facetárias:</b> pequenas<span style="font-weight: 400;"> articulações que conectam as vértebras.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Estenose espinhal: </b>estreitamento<span style="font-weight: 400;"> do canal espinhal, comprimindo os nervos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada uma dessas condições pode causar dor significativa, e muitas vezes, os pacientes são levados a acreditar que a cirurgia é a única opção viável. No entanto, tratamentos conservadores podem ser eficazes.</span></p>
<h2>Alternativas menos invasivas à cirurgia da coluna</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de considerar a cirurgia, é crucial explorar tratamentos menos invasivos. </span></p>
<p><b>A rizotomia facetária por radiofrequência</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>as infiltrações</b><span style="font-weight: 400;"> são duas abordagens que têm demonstrado grande sucesso no alívio da dor nas costas.</span></p>
<h2><b>Rizotomia facetária por radiofrequência</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>rizotomia facetária por radiofrequência</b><span style="font-weight: 400;"> é um procedimento minimamente invasivo que usa ondas de radiofrequência para aquecer e desativar os nervos responsáveis pela transmissão da dor nas articulações facetárias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este tratamento é particularmente eficaz para pacientes com:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dor crônica nas costas, especialmente na região lombar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dor que não responde a tratamentos conservadores como fisioterapia ou medicamentos.</span></li>
</ul>
<h2>Benefícios da rizotomia facetária</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Alívio prolongado da dor: muitos</b><span style="font-weight: 400;"> pacientes experimentam alívio significativo da dor por até um ano ou mais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Procedimento rápido: normalmente</b><span style="font-weight: 400;"> realizado em regime ambulatorial, permitindo uma recuperação mais rápida.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Menos riscos: comparado</b><span style="font-weight: 400;"> à cirurgia, este procedimento apresenta menos complicações e riscos.</span></li>
</ul>
<h2>Infiltrações</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><b>infiltrações</b><span style="font-weight: 400;"> envolvem a injeção de medicamentos diretamente na área problemática da coluna. Estas injeções podem incluir:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Corticoide</b><span style="font-weight: 400;">: para reduzir a inflamação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Anestésicos locais: para</b><span style="font-weight: 400;"> aliviar a dor.</span></li>
</ul>
<h2>Tipos comuns de infiltrações</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Injeções epidurais:</b> administradas<span style="font-weight: 400;"> no espaço epidural para tratar dor irradiada, como a ciática.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Injeções facetárias: </b>administradas<span style="font-weight: 400;"> nas articulações facetárias para tratar a dor originada destas articulações.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Bloqueios de nervo:</b> injeções<span style="font-weight: 400;"> ao redor dos nervos para bloquear a dor.</span></li>
</ul>
<h2>Benefícios das infiltrações</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Alívio imediato da dor: </b>muitas<span style="font-weight: 400;"> vezes, os pacientes sentem um alívio quase instantâneo.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Diagnóstico</b><span style="font-weight: 400;">: as infiltrações também podem ajudar a identificar a fonte da dor.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Tratamento temporário:</b> oferecem<span style="font-weight: 400;"> alívio enquanto outras terapias são consideradas.</span></li>
</ul>
<h2>Quando considerar a cirurgia da coluna?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora os tratamentos menos invasivos sejam eficazes para muitas pessoas, a cirurgia pode ser necessária em casos específicos, como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Compressão severa dos nervos</b><span style="font-weight: 400;">: que causa perda de função ou fraqueza significativa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Instabilidade espinhal</b><span style="font-weight: 400;">: onde a coluna não pode manter sua forma ou função normal sem intervenção;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Falha de tratamentos conservadores: </b>quando<span style="font-weight: 400;"> a dor persiste ou piora, apesar de outros tratamentos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A decisão de optar pela cirurgia deve ser cuidadosamente considerada e discutida com um profissional de saúde qualificado.</span></p>
<h2>Consultando um especialista em dor na coluna</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Se você está sofrendo de dor nas costas, é importante consultar um especialista em coluna para avaliar todas as suas opções de tratamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os especialistas em coluna são treinados para diagnosticar e tratar a dor nas costas, e podem oferecer uma ampla gama de opções de tratamento, desde terapias conservadoras até intervenções mais avançadas.</span></p>
<h2>Por que consultar um especialista em coluna?</h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Avaliação detalhada</b><span style="font-weight: 400;">: eles podem realizar exames completos para entender a causa da dor;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Planejamento de tratamento personalizado</b><span style="font-weight: 400;">: eles podem criar um plano de tratamento adaptado às suas necessidades e condição específica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Acesso a tecnologias avançadas</b><span style="font-weight: 400;">: especialistas em coluna têm acesso a procedimentos inovadores e menos invasivos que podem não estar disponíveis em consultórios gerais.</span></li>
</ul>
<h2>Conclusão</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A dor na coluna pode ser debilitante, mas a cirurgia nem sempre é a solução necessária. Alternativas menos invasivas, como a </span><b>rizotomia facetária por radiofrequência</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>infiltrações</b><span style="font-weight: 400;">, oferecem alívio eficaz com menos riscos e tempos de recuperação mais rápidos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É crucial discutir todas as suas opções com um especialista em coluna para tomar uma decisão informada sobre o melhor tratamento para você.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembre-se, antes de considerar qualquer procedimento, é essencial buscar a orientação de um profissional qualificado. A saúde da sua coluna merece o melhor cuidado.</span></p>
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		<title>Infiltração na coluna: alternativa para tratamento da dor lombar e cervical</title>
		<link>https://leonardofrizon.com.br/infiltracao-na-coluna-tratamento-dor-lombar-e-cervical/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 19:34:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor na lombar ou cervical é uma condição que afeta milhares de pessoas diariamente: segundo a OMS, essa é uma das principais causas de incapacidade de todo o planeta, afetando tanto atividades rotineiras, quanto de lazer. Você já ouviu falar sobre a infiltração na coluna? Esse é um tratamento alternativa que pode solucionar essa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dor na lombar ou cervical é uma condição que afeta milhares de pessoas diariamente: segundo a <a href="https://www.bbc.com/portuguese/topics/ckdxnd3yy7dt">OMS</a>, essa é uma das principais causas de incapacidade de todo o planeta, afetando tanto atividades rotineiras, quanto de lazer.</p>
<p>Você já ouviu falar sobre a infiltração na coluna? Esse é um tratamento alternativa que pode solucionar essa enfermidade. Confira aqui em nosso blog mais informações.</p>
<h2>O que é infiltração na coluna?</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2312 size-large" title="O que é infiltração na coluna?" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/infiltracao-na-coluna-3-1024x682.jpg" alt="O que é infiltração na coluna?" width="800" height="533" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/infiltracao-na-coluna-3-1024x682.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/infiltracao-na-coluna-3-300x200.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/infiltracao-na-coluna-3-768x512.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/infiltracao-na-coluna-3.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A infiltração na coluna é um procedimento minimamente invasivo que envolve a administração de medicamentos diretamente na área ao redor da medula espinhal e das raízes nervosas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta técnica é usada para aliviar a dor lombar, cervical e radicular que pode resultar de condições como hérnia de disco, estenose espinhal, dor pós-operatória.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pacientes que sofrem de dor crônica na coluna podem encontrar alívio com este procedimento, que é frequentemente considerado quando outras formas de tratamento, como fisioterapia ou medicamentos orais, não proporcionam o alívio necessário.</span></p>
<h2>Indicações para a infiltração na coluna</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A infiltração na coluna é indicada para o tratamento de diversas condições que causam dor na região lombar, cervical ou torácica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este procedimento é recomendado para pacientes com:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Hérnia de disco:</b><span style="font-weight: 400;"> que provoca dor ao pressionar as raízes nervosas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Estenose espinhal:</b><span style="font-weight: 400;"> um estreitamento do canal espinhal que causa compressão nervosa.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ciática:</b><span style="font-weight: 400;"> dor que se irradia ao longo do nervo ciático.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b><a href="https://leonardofrizon.com.br/dores-apos-cirurgia-de-coluna-lombar/">Dor pós-operatória</a>:</b><span style="font-weight: 400;"> após cirurgias de coluna que não resultaram em alívio total da dor.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Síndrome facetária:</b><span style="font-weight: 400;"> dor causada pela degeneração das articulações facetárias.</span></li>
</ul>
<h2>Benefícios da infiltração na coluna</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A infiltração na coluna oferece vários benefícios, tornando-se uma opção atraente para pacientes que buscam alívio da dor sem recorrer a cirurgias mais invasivas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas são os principais benefícios:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Alívio rápido da dor: </b>o<span style="font-weight: 400;">s medicamentos injetados, como corticosteroides e anestésicos locais, proporcionam alívio rápido e efetivo da dor;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Procedimento minimamente invasivo: </b>a<span style="font-weight: 400;"> técnica é realizada de forma ambulatorial, com baixo risco e sem necessidade de longos períodos de recuperação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Redução da inflamação: </b>o<span style="font-weight: 400;">s corticosteroides ajudam a reduzir a inflamação ao redor das raízes nervosas, melhorando os sintomas dolorosos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Possível alternativa à cirurgia: </b>p<span style="font-weight: 400;">ara muitos pacientes, a infiltração pode adiar ou até evitar a necessidade de cirurgia de coluna;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Facilidade de repetição: </b>s<span style="font-weight: 400;">e necessário, o procedimento pode ser repetido várias vezes ao longo do ano, conforme orientação médica.</span></li>
</ol>
<h2>Preparação para a infiltração na coluna</h2>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2313 size-large" title="Preparação para a infiltração na coluna" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/infiltracao-na-coluna-4-1024x576.jpg" alt="Preparação para a infiltração na coluna" width="800" height="450" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/infiltracao-na-coluna-4-1024x576.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/infiltracao-na-coluna-4-300x169.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/infiltracao-na-coluna-4-768x432.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/infiltracao-na-coluna-4.jpg 1280w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A preparação para a infiltração na coluna é relativamente simples, mas envolve algumas etapas importantes para garantir que o procedimento seja seguro e eficaz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Curitiba, no nosso consultório, os pacientes seguem um protocolo padrão de preparação:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Avaliação médica: </b>c<span style="font-weight: 400;">onsulta com um especialista em dor ou neurocirurgião para discutir o histórico médico e avaliar a adequação do procedimento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Exames de imagem: </b><span style="font-weight: 400;">como ressonância magnética (RM) ou tomografia computadorizada (TC) são realizados para identificar a área exata da dor e planejar a injeção;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Orientações pré-procedimento: </b><span style="font-weight: 400;">instruções sobre o jejum, medicações a serem evitadas e cuidados gerais antes da infiltração.</span></li>
</ol>
<h2>Como é realizada a infiltração na coluna?</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O procedimento de infiltração na coluna é realizado em ambiente ambulatorial e segue várias etapas para garantir precisão e eficácia:</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Posicionamento do paciente: </b><span style="font-weight: 400;">ele posicionado de modo a facilitar o acesso à coluna. Isso pode variar entre deitado de lado ou de barriga para baixo, dependendo da área a ser tratada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Anestesia local: </b><span style="font-weight: 400;">ela é aplicada para minimizar o desconforto durante a inserção da agulha;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Guia por imagem: </b>procedimentos <span style="font-weight: 400;">como fluoroscopia ou ultrassom, são usadas para guiar a agulha até o local correto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Injeção dos medicamentos: </b>a<span style="font-weight: 400;"> mistura de corticosteroides e anestésicos locais é injetada na área ao redor das raízes nervosas, dentro do espaço epidural ou de acordo com cada necessidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Monitoramento e recuperação: </b><span style="font-weight: 400;">após a injeção, o paciente é monitorado por um curto período para garantir que não haja reações adversas. Normalmente vai para casa em no máximo até 2h após o procedimento.</span></li>
</ol>
<h2>Cuidados pós-operatórios e recuperação</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a infiltração na coluna, seguir algumas orientações de cuidados pós-operatórios é essencial para maximizar os benefícios do procedimento e garantir uma recuperação tranquila.</span></p>
<ol>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Descanso inicial: </b><span style="font-weight: 400;">recomenda-se um período curto de repouso após o procedimento para monitorar a resposta inicial e evitar esforço;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Recomendações de atividades: </b><span style="font-weight: 400;">evitar atividades físicas intensas nas primeiras 24 horas. Movimentos suaves e gradualmente voltar às atividades normais conforme orientado pelo médico;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Possíveis efeitos colaterais: </b><span style="font-weight: 400;">sensação de dormência ou fraqueza temporária nas pernas pode ocorrer devido à anestesia local. Estes sintomas geralmente desaparecem em poucas horas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Acompanhamento médico: </b><span style="font-weight: 400;">consultas de acompanhamento são essenciais para avaliar a eficácia do tratamento e planejar quaisquer infiltrações adicionais, se necessário;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Monitoramento de sintomas: </b><span style="font-weight: 400;">informar ao médico sobre qualquer aumento inesperado de dor, sinais de infecção ou outras preocupações após a infiltração.</span></li>
</ol>
<h2>Perguntas frequentes sobre infiltração na coluna</h2>
<h3>A infiltração na coluna é dolorosa?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O procedimento envolve o uso de anestesia local e sedação leve para minimizar o desconforto. A maioria dos pacientes sente apenas uma leve pressão durante a injeção ou não sente nada.</span></p>
<h3>Quanto tempo dura o alívio da dor?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O alívio da dor pode durar de algumas semanas a vários meses, tudo isso depende da condição tratada e da resposta individual do paciente.</span></p>
<h3>Quantas sessões são necessárias?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O número de sessões depende da resposta ao tratamento. Alguns pacientes obtêm alívio duradouro com uma única injeção, enquanto outros podem necessitar de injeções adicionais. Algumas injeções são testes para realizar tratamentos mais definitivos.</span></p>
<h3>Existem riscos associados à infiltração na coluna?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora raro, existem riscos como infecção, sangramento ou lesão nervosa. Estes riscos são minimizados quando o procedimento é realizado por profissionais experientes em ambiente adequado.</span></p>
<h3>Quem não deve fazer a infiltração na coluna?</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Pacientes com infecções ativas, alergia aos medicamentos usados ou problemas de coagulação podem não ser candidatos adequados para este procedimento.</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/infiltracao-na-coluna-tratamento-dor-lombar-e-cervical/">Infiltração na coluna: alternativa para tratamento da dor lombar e cervical</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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		<title>Protrusão discal</title>
		<link>https://leonardofrizon.com.br/protrusao-discal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2022 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[protrusão discal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; &#8220;Tenho uma protrusão discal, isso é grave?&#8221; Essa é uma pergunta frequente no consultório médico. Às vezes, essa é a queixa inicial do paciente no consultório médico. Isto é, quando pergunto o que ele está sentindo, o paciente aponta para a ressonância e diz: “tenho uma protrusão discal”. Bom, é preciso esclarecer alguns pontos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1973" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/protrusão-discal.jpg" alt="protrusão discal" width="1000" height="667" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/protrusão-discal.jpg 1000w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/protrusão-discal-300x200.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/protrusão-discal-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Tenho uma protrusão discal, isso é grave?&#8221; Essa é uma pergunta frequente no consultório médico. Às vezes, essa é a queixa inicial do paciente no consultório médico. Isto é, quando pergunto o que ele está sentindo, o paciente aponta para a ressonância e diz: “tenho uma protrusão discal”. Bom, é preciso esclarecer alguns pontos.</p>
<p>Primeiro, a ressonância magnética nada mais é do que uma fotografia do nosso corpo. Devemos ter muito cuidado ao interpretar esse exame, assim como qualquer exame. Ao lermos um laudo de ressonância estamos lendo a descrição de um radiologista. O radiologista normalmente lê algumas queixas do paciente no pedido médico, mas não examina o paciente. Ele descreve o que está vendo em termos técnicos. É preciso entender que ter uma protrusão discal não é sinônimo de ter dor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Protrusão não é causa de dor?</h2>
<p>Pode ser sim, mas nem sempre é. Protrusão, extrusão, abaulamento discal ou hérnia de disco sequestrada são termos médicos que o radiologista utiliza para descrever essa fotografia chamada ressonância magnética. São nomes diferentes para classificar os graus de maior degeneração discal. O que diferencia uma protrusão de extrusão ou hérnia sequestrada é o grau com que o disco saiu da sua posição “normal”. Mas vejam que usei normal entre aspas. Degeneração discal é normal, é o esperado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Degeneração discal</h2>
<p>Todos nós vamos envelhecer, é a realidade. Assim como a nossa pele ou nossos cabelos envelhecem, a nossa coluna também envelhece. É um processo normal, a coluna vai sofrendo um desgaste natural, a degeneração. É verdade que hábitos de vida saudáveis, fazer exercícios com orientação e regulares, assim como evitar carregar muito peso contribuem para que a nossa coluna envelheça de uma boa maneira. A genética também influencia bastante nisso. Mas não há saída, com o tempo a nossa coluna, e –portanto- o nosso disco, vão apresentar desgastes. Essa degeneração vai desde à desidratação até abaulamentos e hérnias discais. A fronteira entre o que é uma degeneração esperada pela idade e o que é uma doença não é bem definida. <strong>Um paciente sem dor pode apresentar diversas alterações nas ressonâncias magnética.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Protrusão discal e dor</h2>
<p><strong>Há sim uma relação entre uma maior degeneração do disco, como uma protrusão, e dor. No entanto, protrusão discal não é o sinônimo de dor.</strong> Aos 50 anos, não é esperado que a ressonância seja “normal”. A protrusão demonstra um grau de degeneração maior na qual o disco está mais fraco, “protruindo” em direção ao canal vertebral. Essa protrusão pode ou não provocar sintomas. Se houver uma compressão de um nervo, por exemplo, pode causar dor irradiada para perna. O próprio disco doente pode doer, causando dor lombar “discogênica”.</p>
<p>É necessário passar por um exame clínico para <a href="https://leonardofrizon.com.br/dor-nas-costas/" target="_blank" rel="noopener">entender a causa da dor.</a> Há outras estruturas como ligamentos, músculos e articulações que também podem ser a origem da dor. Se a dor for na região lombar baixa por exemplo, também pode ser proveniente das articulações sacro-ilíacas. Enquanto o tratamento de uma protrusão discal pode significar uma cirurgia, outras causas de dor podem ser tratadas muito mais facilmente. Então pense bem antes de culpar a protrusão discal. Deixe comentários e sugestões para novos textos sobre o assunto.</p>
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		<title>Cefaléia Cervicogênica</title>
		<link>https://leonardofrizon.com.br/cefaleia-cervicogenica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Sep 2022 11:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[coluna cervical]]></category>
		<category><![CDATA[dor no pescoço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor de cabeça pode ter origem na coluna cervical Cefaléia cervicogênica é uma dor de cabeça cuja origem é a coluna cervical. Muitas vezes ela é confundida com migrânea (enxaqueca) ou cefaleia tensional. Esse tipo de dor geralmente inicia na parte mais superior do pescoço, na nuca, e irradia para a face. A causa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1936" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Cefaléia-cervicogênica-1024x699.jpg" alt="Cefaléia cervicogênica" width="677" height="462" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Cefaléia-cervicogênica-1024x699.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Cefaléia-cervicogênica-300x205.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Cefaléia-cervicogênica-768x524.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Cefaléia-cervicogênica-1536x1048.jpg 1536w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2022/09/Cefaléia-cervicogênica.jpg 1920w" sizes="(max-width: 677px) 100vw, 677px" /></h2>
<h2></h2>
<h2>A dor de cabeça pode ter origem na coluna cervical</h2>
<p>Cefaléia cervicogênica é uma dor de cabeça cuja origem é a coluna cervical. Muitas vezes ela é confundida com migrânea (enxaqueca) ou cefaleia tensional. Esse tipo de dor geralmente inicia na parte mais superior do pescoço, na nuca, e irradia para a face. A causa da dor de cabeça “cervicogênica” está relacionada com alterações das primeiras vertebras da coluna cervical. Os nervos dessa região superior da coluna cervical se comunicam com a medula. Quando eles entram na medula se comunicam com nervos do núcleo trigeminal, do nervo trigêmeo. O nervo trigêmeo inerva a face. Portanto, é possível que uma dor na coluna cervical possa desencadear também uma dor no rosto.</p>
<h2>Características da cefaléia cervicogênica</h2>
<p>A dor geralmente ocorre apenas de um lado, irradia pela região atrás da orelha, até a região frontal (próximo aos olhos). No entanto, ao contrário da enxaqueca, geralmente não há fotofobia ou náuseas. Mas é interessante notar que em alguns casos o início da dor é uma cefaleia cervicogência e depois essa dor acaba desencadeando uma crise de enxaqueca. Sensação de rigidez do pescoço, com os famosos “estalos” ao girar o pescoço está presente nesse tipo de dor.</p>
<h2>Como investigar</h2>
<p>Quando há a suspeita de uma cefaleia cervicogência normalmente não encontramos nada alterado nos exames de imagem. Até mesmo a ressonância pode ser normal, com apenas algumas alterações degenerativas. Então o diagnóstico é mais clínico e depende do médico a suspeita. Alguns pacientes também referem queixas de dor no ombro, com irradiação para o braço, sempre de um lado apenas.</p>
<h2>Tratamento da cefaléia cervicogênica</h2>
<p>A fisioterapia é a primeira modalidade a ser testada para o tratamento da cefaleia cervicogênica. Costuma ajudar na maioria dos pacientes. Através da manipulação da coluna cervical acaba ocorrendo uma melhor regulação da dor nesse local. Melhorando assim a dor como um todo seja na coluna ou na face.</p>
<h2>Outras opções</h2>
<p>Outra opção de tratamento são os bloqueios ou infiltrações. Entre as primeiras vertebras cervicais e o crânio há articulações. Por exemplo, a primeira vertebra cervical chamamos de C1, a segunda C2 e assim por diante, até C7. A cefaleia cervicogência pode originar-se das 3 primeiras vértebras cervicais. Dor nas articulação de C2 com C3 pode ser uma causa de cefaleia cervicogênica, com irradiação para a região da face. Outros pontos como a articulação C1-C2 ou de C1 com o crânio também são fontes de dor.</p>
<p>Quando fazemos uma infiltração dessas articulações ou dos nervos dessas articulações as dores aliviam. Esses bloqueios são também testes afinal se a dor desaparece é sinal de que a origem da do realmente era dali. Digo mais, se a dor retornar, é possível refazer o bloqueio ou ainda fazer um tratamento mais definitivo, chamado radiofrequência. Como relatado <a href="https://leonardofrizon.com.br/como-e-a-rizotomia-percutanea-lombar/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> e <a href="https://leonardofrizon.com.br/rizotomia-percutanea/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>, a radiofrequência é um procedimento muito usado para tratar dores na coluna. Através de uma temperatura controlada essas articulações são &#8220;desnervadas&#8221;. Elas deixam de originar dor. Esse tratamento é muito eficaz e a expectativa é de pelo menos 6 meses de alívio da dor. Todavia, na prática vê-se um alívio por tempo muito maior na maioria dos pacientes, em alguns a dor nem retorna.</p>
<h2>Diagnóstico Diferencial</h2>
<p>Um diagnóstico diferencial importante é a neuralgia occipital, que é outro tipo de dor, e que, portanto, falaremos em outro artigo. A dor pode ser muito parecida. É importante fazer um um tratamento precoce, tendo em vista a sensibilização que acontece com a dor crônica. Tratando o mais cedo possível da maneira correta é melhor maneira.</p>
<p>Você acha que pode ter cefaleia cervicogência? Mande seu relato e suas dúvidas, vejo todas, infelizmente não consigo responder todas mas meus textos são baseados nos relatos aqui do site.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/cefaleia-cervicogenica/">Cefaléia Cervicogênica</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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		<title>Como é a rizotomia percutânea lombar?</title>
		<link>https://leonardofrizon.com.br/como-e-a-rizotomia-percutanea-lombar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Oct 2021 00:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Radiofrequência]]></category>
		<category><![CDATA[Rizotomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rizotomia percutânea lombar é um procedimento realizado sob sedação. Uma sedação realizada por um anestesista, como é feita em uma endoscopia. Sendo assim, o paciente fica sonolento, para não sentir dor. É realizado no centro cirúrgico e dura 30-40 minutos. O paciente é liberado para casa cerca de 1h após o procedimento. O mesmo nervo [&#8230;]</p>
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<p>Rizotomia percutânea lombar é um procedimento realizado sob sedação. Uma sedação realizada por um anestesista, como é feita em uma endoscopia. Sendo assim, o paciente fica sonolento, para não sentir dor. É realizado no centro cirúrgico e dura 30-40 minutos. O paciente é liberado para casa cerca de 1h após o procedimento. O mesmo nervo em quel é realizado o bloqueio comentado no texto anterior é o “alvo” da rizotomia.</p>
<p><em>Esse é a continuação de um texto anterior, <a href="https://leonardofrizon.com.br/rizotomia-percutanea/" target="_blank" rel="noopener">leia aqui a primeira parte</a>. </em></p>
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<h2>Como é a rizotomia percutânea lombar <em>por radiofrequência</em>?</h2>
<p>A maneira mais comum é pelo método percutâneo, ou seja, através de uma agulha ou cânula. Não há cortes. O método mais usado para causar uma “lesão” no nervo é a <strong>radiofrequência</strong>. Sendo assim, a ponta da agulha aquece a uma temperatura controlada (65-80ºC). O aquecimento ocorre por ondas de radiofrequência. A temperatura é mantida por cerca de 60 segundos. Esse aumento da temperatura afeta fibras que conduzem a dor.</p>
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<h2>E a recuperação após uma rizotomia percutânea?</h2>
<p>A recuperação é muito tranquila. No entanto, ao contrário do bloqueio, após uma rizotomia há uma pequena inflamação no local. Portanto, o resultado aparece em até 2 semanas. Pode haver um pouco de dor na região nos primeiros 5 dias. Essa dor não é muito grande. Entretanto, pode ser necessário usar algumas medicações nos primeiros dias.</p>
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<h2>Podem ocorrer complicações após uma rizotomia percutânea lombar?</h2>
<p>Após qualquer procedimento podem ocorrer imprevistos. Por isso, deve-se conversar bem com o médico antes. O risco é muito baixo. Antes de fazer a radiofrequência, realiza-se uma estimulação teste. Com isso confirma-se que não há outra estrutura nervosa “perto” da cânula.  Evitando assim a lesão de outros nervos que estão por perto.</p>
<p>Quando realizada por alguém que tem experiência, o risco de complicações é muito baixo. Entretanto, como tornou-se comum diversos médicos fazerem rizotomias, também se tornaram mais comuns as complicações e resultados ruins. Então converse bem com o seu médico antes de realizar.</p>
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<h2>Posso viajar após fazer uma rizotomia por radiofrequência?</h2>
<p>Sim. Como citado acima, o paciente é liberado logo após o procedimento. Apesar de haver dor nos primeiros dias, isso não impede de viajar. Como o paciente é sedado, ele apenas não vai poder dirigir naquele dia, por precaução.</p>
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