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	<title>Arquivo de Neuroestimulador Medular - Leonardo Frizon</title>
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	<title>Arquivo de Neuroestimulador Medular - Leonardo Frizon</title>
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		<title>Neuroestimulador medular em Curitiba: um guia completo para o tratamento de dor crônica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 23:26:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Neuroestimulador Medular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dor crônica é um desafio que afeta milhões de pessoas e sua qualidade de vida.  Quando tratamentos convencionais como medicamentos e fisioterapia não proporcionam alívio suficiente, o neuroestimulador medular surge como uma alternativa promissora.  Entenda mais como esse dispositivo funciona, suas indicações, os benefícios e riscos envolvidos no tratamento. O que é o neuroestimulador [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A dor crônica é um desafio que afeta milhões de pessoas e sua qualidade de vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando tratamentos convencionais como medicamentos e fisioterapia não proporcionam alívio suficiente, o neuroestimulador medular surge como uma alternativa promissora. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entenda mais como esse dispositivo funciona, suas indicações, os benefícios e riscos envolvidos no tratamento.</span></p>
<h2>O que é o neuroestimulador medular?</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2295 size-large" title="O que é o neuroestimulador medular? " src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-1024x683.jpg" alt="O que é o neuroestimulador medular? " width="800" height="534" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-1024x683.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-300x200.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-768x512.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-1536x1024.jpg 1536w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O neuroestimulador medular é um dispositivo implantado que envia sinais elétricos à medula espinhal para controlar a dor crônica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Funciona como uma &#8220;corrente elétrica&#8221; entregue diretamente na coluna que altera a maneira como o cérebro percebe a dor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este tratamento é frequentemente utilizado quando outras formas de alívio da dor, como medicamentos ou fisioterapia, não são eficazes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para pacientes em Curitiba e em outras regiões do Brasil, o neuroestimulador medular pode ser uma solução eficaz para a dor crônica que não responde a tratamentos convencionais.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Indicações para o uso do neuroestimulador medular</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O implante de neuroestimulador medular é indicado para pacientes com dor crônica que não responderam adequadamente a tratamentos convencionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas das condições mais comuns tratadas com este dispositivo incluem:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dor lombar crônica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dor neuropática;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">síndrome de dor regional complexa (SDRC);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">dor radicular após cirurgia de coluna.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Quem é um candidato ideal?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os candidatos ideais para o neuroestimulador medular são aqueles que, após uma avaliação médica completa, são considerados bons respondentes ao teste de estimulação antes do implante permanente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este teste ajuda a determinar se o dispositivo aliviará adequadamente a dor.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Preparação para o implante do neuroestimulador medular em Curitiba </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A preparação para o implante de um neuroestimulador medular envolve várias etapas críticas para garantir que o paciente esteja pronto para a cirurgia e maximizar as chances de sucesso do tratamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Curitiba, clínicas especializadas, como a nossa, oferecem uma abordagem abrangente para preparar os pacientes para o procedimento.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Consultas médicas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui, são feitas avaliações com especialistas em dor e neurocirurgia em Curitiba, além de uma discussão detalhada sobre o histórico médico e expectativas do tratamento.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Exames pré-operatórios</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois disso, são realizados exames de imagem, como ressonância magnética (RM) ou tomografia computadorizada (TC), disponíveis em centros médicos avançados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Testes de laboratório para avaliar a saúde geral.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Teste de estimulação temporária</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de um implante permanente, um teste temporário é realizado para avaliar a eficácia do neuroestimulador. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o teste for bem-sucedido, o paciente pode proceder ao implante permanente.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como é realizado o implante do neuroestimulador medular?</span></h2>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-2296 size-large" title="Como é realizado o implante do neuroestimulador medular?" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-1-1024x577.jpg" alt="Como é realizado o implante do neuroestimulador medular?" width="800" height="451" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-1-1024x577.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-1-300x169.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-1-768x433.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-1-1536x865.jpg 1536w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2024/07/neuroestimulador-medular-1-1-2048x1154.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O procedimento para o implante de um neuroestimulador medular é geralmente realizado em ambiente hospitalar e envolve várias etapas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Curitiba, hospitais e clínicas equipados com tecnologia de ponta garantem um procedimento seguro e eficaz. Nesse caso, ele segue a seguinte ordem:</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Anestesia</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O paciente recebe anestesia geral ou local, dependendo da extensão do procedimento.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Posicionamento dos eletrodos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois disso, eletrodos são inseridos ao longo da medula espinhal por uma pequena incisão nas costas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estes eletrodos são, então, conectados a um gerador de impulsos elétricos, que será implantado sob a pele, geralmente perto da região abdominal ou glútea.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Testes intraoperatórios</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a cirurgia, a posição dos eletrodos é testada para garantir que os sinais elétricos estejam atingindo as áreas corretas.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Fechamento e recuperação</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a colocação dos eletrodos e do gerador, as incisões são fechadas e o paciente é monitorado em uma sala de recuperação.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Cuidados pós-operatórios e recuperação em Curitiba</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o implante do neuroestimulador medular, é crucial seguir uma série de cuidados pós-operatórios para garantir uma recuperação suave e eficaz. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Curitiba, os pacientes têm acesso a uma rede de suporte para monitorar a recuperação e ajustar o tratamento conforme necessário. Assim, é realizado o seguinte passo a passo:</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Monitoramento inicial</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas primeiras horas após a cirurgia, o paciente será monitorado para garantir que não haja complicações imediatas.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Gerenciamento da dor pós-operatória</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Medicações analgésicas podem ser prescritas para controlar a dor nas áreas da incisão.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Atividades físicas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Recomenda-se evitar atividades físicas intensas nas primeiras semanas após a cirurgia, assim como movimentos bruscos ou levantamento de peso porque podem deslocar os eletrodos.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Ajustes do dispositivo</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Visitas de acompanhamento são necessárias para ajustar a programação do neuroestimulador e garantir que ele está funcionando de maneira otimizada.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Benefícios e riscos do implante de neuroestimulador medular </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como qualquer procedimento médico, o implante de um neuroestimulador medular oferece uma série de benefícios, mas também possui riscos que devem ser considerados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os pacientes em Curitiba e outras regiões devem ser informados sobre esses aspectos antes de tomar uma decisão.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Benefícios</span></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>alívio sustentado da dor: muitos</b><span style="font-weight: 400;"> pacientes experimentam uma redução significativa da dor, melhorando sua qualidade de vida;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>redução do uso de medicamentos:</b><span style="font-weight: 400;"> o implante pode diminuir a necessidade de analgésicos, especialmente opioides;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>melhora na mobilidade:</b><span style="font-weight: 400;"> pacientes frequentemente relatam melhorias na função física e na capacidade de realizar atividades diárias.</span></li>
</ul>
<h3><span style="font-weight: 400;">Riscos</span></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>infecção:</b><span style="font-weight: 400;"> como qualquer cirurgia, há o risco de infecção no local do implante;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>deslocamento dos eletrodos:</b><span style="font-weight: 400;"> os eletrodos podem se mover, o que pode reduzir a eficácia da estimulação;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>reações alérgicas:</b><span style="font-weight: 400;"> em raros casos, podem ocorrer reações aos materiais do dispositivo.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Perguntas frequentes sobre neuroestimulador medular </span></h2>
<h3><span style="font-weight: 400;">O implante de neuroestimulador medular é doloroso?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O procedimento é geralmente bem tolerado com anestesia adequada. A dor pós-operatória é manejável com medicação.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Quanto tempo dura a recuperação?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A recuperação completa pode levar de algumas semanas a alguns meses, dependendo da complexidade do procedimento e da saúde geral do paciente.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">O neuroestimulador medular é visível?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O gerador é implantado sob a pele e não é visível externamente. Pequenas protuberâncias podem ser sentidas ao toque.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Preciso de ajustes frequentes no dispositivo?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Ajustes periódicos podem ser necessários para otimizar o alívio da dor, especialmente nos primeiros meses após o implante.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">O que acontece se o dispositivo parar de funcionar?</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O neuroestimulador pode ser reparado ou substituído se houver problemas técnicos.</span></p>
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		<title>Neuroestimulador Medular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 19:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[Neuroestimulador Medular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é um neuroestimulador medular? O neuroestimulador medular ou estimulador medular é um aparelho médico usado para o tratamento de dor crônica. Esse aparelho é composto por 2 partes: um eletrodo e uma bateria. O eletrodo é colocado na coluna enquanto a bateria nas costas ou região abdominal. Ambos ficam sob da pele. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1881" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Neuroestimulador-medular.jpg" alt="Neuroestimulador medular" width="1000" height="467" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Neuroestimulador-medular.jpg 1000w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Neuroestimulador-medular-300x140.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Neuroestimulador-medular-768x359.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></h2>
<h2></h2>
<h2>O que é um neuroestimulador medular?</h2>
<p>O neuroestimulador medular ou estimulador medular é um aparelho médico usado para o tratamento de <a href="https://leonardofrizon.com.br/o-que-e-dor-cronica/" target="_blank" rel="noopener">dor crônica</a>. Esse aparelho é composto por 2 partes: um eletrodo e uma bateria. O eletrodo é colocado na coluna enquanto a bateria nas costas ou região abdominal. Ambos ficam sob da pele. A bateria ou gerador envia impulsos elétricos ao eletrodo. Esses impulsos elétricos aliviam a dor crônica.</p>
<h2>Como estimulador medular melhora a dor?</h2>
<p>Existem diferente tipos de estimulação. Assim como também há inúmeras teorias de como esses estímulos agem. No entanto, de uma maneira simplificada, há uma inibição da dor pelo estímulo elétrico. O impulso elétrico “compete” com os sinais de dor que chegam na medula.</p>
<p>De uma certa maneira o estímulo &#8220;engana&#8221; o cérebro, como se a não deixasse a dor chegar. O estimulador, portanto, inibe a dor e melhora a qualidade de vida do paciente.</p>
<h2>Quais doenças são tratadas com o neuroestimulador medular?</h2>
<p>O principal uso do estimulador medular é para o tratamento de dor crônica. Atualmente esse tipo de cirurgia é muito comum e diversos centros realizam. A maioria dos pacientes que recebe esse tipo de implante são pacientes que têm <a href="https://leonardofrizon.com.br/dores-apos-cirurgia-de-coluna-lombar/" target="_blank" rel="noopener">dor após cirurgia de coluna</a> ou pacientes com <a href="https://leonardofrizon.com.br/sindrome-dolorosa-regional-complexa/" target="_blank" rel="noopener">síndrome dolorosa regional complexa</a>.</p>
<p>Além dessas, existem outras indicações (<a href="https://academic.oup.com/painmedicine/article-abstract/21/10/2298/5876966?redirectedFrom=fulltext" target="_blank" rel="noopener">dor visceral</a>, neuropatia diabética, dor neuropática). É muito importante uma seleção adequada dos pacientes que vão se submeter a essa cirurgia. Afinal esses eletrodos são de alto custo e é necessária uma cirurgia para implantá-los, que também tem riscos.</p>
<h2>Os planos de saúde pagam o implante de neuroestimuladores medulares?</h2>
<p>A maioria dos planos de saúde autoriza esse tipo de cirurgia. Mas é necessária uma indicação bem precisa e correta e uma descrição completa do motivo pelo qual está sendo indicado esse tratamento.</p>
<h2>Como é a cirurgia para implante de um neuroestimulador medular?</h2>
<p>A cirurgia é relativamente simples. Existem 2 tipos de eletrodos: percutâneo e em placa, os dois tipos conectam-se ao mesmo tipo de gerador ou bateria. O implante do eletrodo percutâneo é menos invasivo. Implanta-se através de uma punção na coluna. Já o eletrodo em placa necessita uma cirurgia um pouco maior pois se coloca o eletrodo diretamente na coluna, com uma cirurgia aberta. Geralmente esses eletrodos em placa são maiores, e pode-se ampliar a área de estimulação. Existem indicações adequadas para os dois tipos de eletrodos. Por isso, é importante esclarecer bem isso com o cirurgião antes do implante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1882" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/06/spinal-cord-stimulator-implant.jpg" alt="Neuroestimulador medular" width="250" height="282" /></p>
<h2></h2>
<h2>Importante saber antes de se implantar um estimulador</h2>
<p>É preciso ressaltar que os neuroestimuladores medulares normalmente trazem um resultado excelente. Entretanto, o tratamento de dor nunca envolve apenas cirurgia.  O tratamento é sempre multidisciplinar e envolve o fisioterapeuta, psicólogo e psiquiatra. Além disso, após a cirurgia é necessário um acompanhamento para regular o eletrodo. Sendo assim, pode levar algum tempo para encontrar a melhor programação para cada caso.</p>
<p>Deixe suas dúvidas abaixo ou envie diretamente para contato@leonardofrizon.com.br.</p>
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		<title>Dores após cirurgia na coluna lombar</title>
		<link>https://leonardofrizon.com.br/dores-apos-cirurgia-de-coluna-lombar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Frizon]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 03:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bomba de Morfina]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna]]></category>
		<category><![CDATA[Neuroestimulador Medular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Dores após cirurgia na coluna lombar é uma queixa comum no consultório médico. Não são os casos mais simples. A decisão de aceitar submeter-se a uma cirurgia na coluna é muito difícil. E, quando após a cirurgia as dores persistem ou aumentam, é muito frustrante para o paciente. No entanto, o primeiro passo é [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/dores-apos-cirurgia-de-coluna-lombar/">Dores após cirurgia na coluna lombar</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1796" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-1024x683.jpg" alt="Dores após cirurgia de coluna lombar" width="800" height="534" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-1024x683.jpg 1024w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-300x200.jpg 300w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-768x512.jpg 768w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-1536x1024.jpg 1536w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2021/01/lumbar-pain-1-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dores após cirurgia na coluna lombar é uma queixa comum no consultório médico. Não são os casos mais simples. A decisão de aceitar submeter-se a uma cirurgia na coluna é muito difícil. E, quando após a cirurgia as dores persistem ou aumentam, é muito frustrante para o paciente. No entanto, o primeiro passo é não se desesperar. É preciso entender por que está doendo.</p>
<p>Em alguns casos, a dor pode ser devido a manipulação durante o procedimento. Cada paciente reage de uma maneira. Nos primeiros dias, a dor pode ser intensa. Mas essa dor nunca deve ser menosprezada e encarada como “normal”. Não é normal ter dor. O tratamento precoce da dor e a reabilitação após a cirurgia geram um melhor resultado funcional. Isso previne a dor crônica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Quais são as causas de dor persistente após cirurgia na coluna?</h3>
<p>Existem diversas possibilidades. Primeiro, a <a href="https://leonardofrizon.com.br/dor-nas-costas/">indicação da cirurgia</a> tem que ser correta. Por isso, é importante alinhar com o cirurgião quais são as expectativas antes da cirurgia. Muitas vezes, pode ser prudente solicitar uma segunda opinião.</p>
<p>Dores musculares podem ocorrer após a cirurgia. Isso é comum se o paciente não faz uma reabilitação adequada. É comum também quando a movimentação é muito restrita. A musculatura fica mais fraca e dolorida.</p>
<p>Após uma cirurgia de hérnia de disco, por exemplo, o alívio da dor já é evidente nos primeiros dias. No entanto, em alguns casos, onde havia uma dor já de longa data, o alívio total pode levar mais tempo. Nesses casos, apesar de não estar mais comprimido, o nervo está doente. Outra possibilidade de não ter aliviado a dor é uma recorrência da hérnia . Nesse caso, o nervo ainda está comprimido.</p>
<p>Fibrose, uma reação inflamatória exagerada no local da cirurgia e ao redor dos nervos, também pode ocorrer. Essa reação cria aderências que causam dor. Quando se trata de fibrose, geralmente a dor alivia nos primeiros dias ou meses após a cirurgia, mas depois acaba retornando.</p>
<p>Quando a coluna é fixada com pinos (parafusos), pode ocorrer dor lombar persistente. É preciso descartar nesses casos se o local acima de onde foi feita a cirurgia não se “desestabilizou” após o procedimento. Isso pode ser uma causa de dor no longo prazo. Também é preciso prestar atenção na articulação da bacia com o final da coluna (sacro-ilíaca). Essa articulação pode estar sobrecarregada após uma cirurgia na coluna lombar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O que é síndrome pós-laminectomia?</h3>
<p>Muitas vezes não existe uma causa bem definida para explicar a dor persistente após cirurgia na coluna lombar. <em>Nesse caso a dor deixa de ser um sintoma e passa a ser a doença em si, é a síndrome pós-laminectomia. </em> A <a href="https://www.iasppain.org/PublicationsNews/Content.aspx?ItemNumber=1673">Associação Internacional de Estudo da Dor (IASP) </a>define síndrome pós-laminectomia como “dor lombar espinhal de origem desconhecida que persiste na mesma localização da dor original apesar das intervenções cirúrgicas, ou que se instala após as cirurgias. A lombalgia pode ou não se associar à dor referida ou irradiada”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Há tratamento para as dores após cirurgia de coluna lombar?</h3>
<p>Certamente. Existem diversos tratamentos. É preciso estudar e entender a causa. Em alguns casos selecionados, é necessário re-operar. Uma nova cirurgia pode ser necessária para descomprimir ou corrigir alguma instabilidade. No caso da síndrome pós-laminectomia, normalmente uma nova cirurgia não é a solução. Não adianta, por exemplo, retirar “pinos” ou refazer a cirurgia.</p>
<p>No tratamento da dor, reabilitação e tratamento medicamentoso são os primeiros passos. Há diversas  medicações para alívio da dor aguda e crônica. São usados não só anti-inflamatórios, relaxantes musculares e analgésicos mas também medicações que agem na dor crônica neuropática e mista, como anticonvulsivantes e antidepressivos.</p>
<p>As infiltrações na coluna são muito úteis. Pode-se infiltrar localmente os nervos ou regiões responsáveis pela dor. Muitas vezes, as infiltrações “quebram” um padrão de dor. E, ao movimentar-se mais, o paciente consegue ter uma reabilitação mais adequada.</p>
<p>Para casos de tratamento mais difícil há 2 tipos de cirurgia para a dor: <a href="https://leonardofrizon.com.br/neuroestimulador-medular/" target="_blank" rel="noopener">o implante de eletrodo medular</a> e o da <a href="https://leonardofrizon.com.br/bomba-de-morfina/" target="_blank" rel="noopener">bomba de morfina.</a> Mas esses tratamentos são assunto para outro texto. São terapias que modulam a dor (neuromodulação). Elas agem diretamente na medula. Deixe seu comentário e sugestões.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/dores-apos-cirurgia-de-coluna-lombar/">Dores após cirurgia na coluna lombar</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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		<title>Síndrome Dolorosa Regional Complexa</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Dec 2020 18:49:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dor Neuropática]]></category>
		<category><![CDATA[Entendendo a dor crônica]]></category>
		<category><![CDATA[Neuroestimulador Medular]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Atrofia de Sudeck]]></category>
		<category><![CDATA[causalgia]]></category>
		<category><![CDATA[Distrofia Simpático Reflexa]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome Dolorosa Regional Complexa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é Síndrome Dolorosa Regional Complexa? Desde 1994, a distrofia simpático reflexa e outros termos como causalgia, algodistrofia ou atrofia de Sudeck recebem o nome de Síndrome Dolorosa Regional Complexa (SDRC). Nessa síndrome ocorre uma reação desproporcional de dor e inflamação no nosso organismo após um trauma, lesão ou cirurgia. Há dois tipos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1715" title="Síndrome dolorosa complexa regional" src="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2020/12/pain-hand-760x675-1.jpg" alt="Síndrome dolorosa complexa regional" width="515" height="458" srcset="https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2020/12/pain-hand-760x675-1.jpg 760w, https://leonardofrizon.com.br/wp-content/uploads/2020/12/pain-hand-760x675-1-300x266.jpg 300w" sizes="(max-width: 515px) 100vw, 515px" /></p>
<h2><span style="font-size: 14pt;">O que é Síndrome Dolorosa Regional Complexa?</span></h2>
<p><a href="https://emedicine.medscape.com/article/1145318-overview" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Desde 1994</a>, a distrofia simpático reflexa e outros termos como causalgia, algodistrofia ou atrofia de Sudeck recebem o nome de <strong>Síndrome Dolorosa Regional Complexa (SDRC)</strong>. Nessa síndrome ocorre uma reação desproporcional de dor e inflamação no nosso organismo após um trauma, lesão ou cirurgia.</p>
<p>Há dois tipos de SDRC: tipo I (antiga distrofia simpático reflexa) e tipo II (anteriormente chamada causalgia). O que diferencia uma da outra é a presença ou não de uma lesão de nervos. A lesão nervosa está presente na SDRC tipo II e não está presente na SDRC tipo I. A SDRC tipo I é a mais comum (90% das vezes). Nesse caso, não há uma lesão diretamente nos nervos do membro afetado e sim os tecidos moles ou ossos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-size: 14pt;">O que causa Síndrome Dolorosa Regional Complexa?</span></h2>
<p>Há muitos estudos recentes sobre a SDRC, mas o porquê  dela se desenvolver ainda não é completamente compreendido. O sistema nervoso simpático também parece estar envolvido na origem dessa resposta aumentada e por isso esse nome de “simpático reflexa”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-size: 14pt;">Quais os sintomas da Síndrome Dolorosa Regional Complexa?</span></h2>
<p>Os componentes dessa reação inflamatória exacerbada do organismo são: edema (inchaço), calor e vermelhidão local. Os sintomas se localizam geralmente na extremidade do membro afetado (por exemplo após fratura nos membros inferiores, pé, mão), mas também podem ocorrer no ombro, punho, joelhos.</p>
<p>A dor é desproporcional ao evento ou trauma inicial. O paciente apresenta dor em queimação ou também como se estivesse esmagando o membro. Além disso, nas fases iniciais ocorre limitação da movimentação devido à dor e ao inchaço. Além disso, mudanças de temperatura desencadeiam a dor.</p>
<p>Associadas à dor ocorrem alterações na temperatura e cor da pele e diminuição ou aumento do suor na região. O inchaço ou edema pode variar, mas geralmente é intenso nas fases iniciais. E, com o progredir da doença, ocorrem alterações na pele como perda de pelos e a pele e unhas vão ficando com um aspecto mais escuro e atrófico.</p>
<p>É importante frisar que a SDRC é progressiva. Por isso, quanto mais cedo se detectarem os sintomas maior é a possibilidade de cura. Cura? Exatamente, se detectada e tratada precocemente, com mobilização do membro e analgesia adequada é possível reverter todos os sintomas. Mas, infelizmente, o que vemos na prática é que é muito difícil se chegar em um diagnóstico precoce com menos de 3 meses de doença. E quanto maior o tempo de doença, mais difícil é o controle da dor.</p>
<p>Em breve mais textos sobre distrofia simpático reflexa ou SDRC. Fases da doença, <a href="https://leonardofrizon.com.br/os-multiplos-fatores-que-influenciam-na-dor-cronica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">múltiplos fatores que influenciam a dor crônica</a>, fisioterapia, medicações, como se faz o diagnóstico, infiltrações, cirurgia (estimulação medular, bomba de morfina) e o que existe de mais novo na ciência sobre essa doença.</p>
<p>Compartilhe! Inscreva-se e mande sugestões para contato@leonardofrizon.com.br.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://leonardofrizon.com.br/sindrome-dolorosa-regional-complexa/">Síndrome Dolorosa Regional Complexa</a> aparece primeiro em <a href="https://leonardofrizon.com.br">Leonardo Frizon</a>.</p>
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